Artigos e comentários do Sociólogo Joao Climaco sobre a atuacao das redes colaborativas e movimentos sociais frente as politicas publicas para as aguas.
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
procedimentos para encaminhamentos de demandas da soc civil pelas ONgs em CBhs. j
Os proedimentos que os cidadãos afiliados ao Fonasc e organizações ligadas ao Fonasc adotam quando instados e orientados por nós é abrir novas frentes de resistências a partir do dirweito regimental que essas entidades tem nos CBhs e nos Conselhos Estaduais para questionar a outorga ou a ausência da mnanifestação da rep da soc civil nos cbhs da região quando os mesmos forem omissos por má fé ou descobnjhecimento .
De: "daniel.turi@gmail.com"
Para: fonasc.cbh@grupos.com.br
Cc: Fórum Carajás; Fonasc ; inPACTO
Enviadas: Sábado, 17 de Setembro de 2011 9:27
Assunto: [[FONASC-CBH]] Re: *[Fórum Nacional de ONGs] Fwd: [ConselhoMosaicoMantiqueira] Construção de usinas nas cachoeiras de Socorro
Encaminhamos docvumentos e denuncias que possam instgruir nossos procedimentos para questionar essas outorgas de usos de recursos hÃdricos a partir de nosso mandato nos CERH de MG e entidades parceiras em São PAulo e no CNRH - Conselho Nacioonal de recurfsos Húidricos - é preciso fazer faler os pressupostos legais de que essas instâncias são feitas também para derimirf conflitos nos usos de recursos hÃdricos. O que muitas ONgs nesses CBhs não fazem. gustavo gazzinelli
Portanto será preciso vocês encaminharem a nossa representação das org civis no CNRH em Brasilia a documentação dce denuncia e reivindicação para qued possamos instruir nossa solicitação .Quanto as cidades que estão no território de Minas sugiro remeter também pára o nosso representante fonasc no CERH MG companheiro Gustavo Gazzinelli ao mesmo tempo remeter pedir apoio ao companheiro Nelson Pedroso AGDS que acompanha a soc civil no CERH Conselho EstaDUAL de recursos hÃdricos de São Paulo.
Se não podemos impedir as outorgas desses empreendimentos de imediato temos o poder de questionar a legalidade das mesmas com esse fim e abrir frentes de enfrentamento a esses grupos de interesses encastelados dentro do estado que facilitam esses licenciamentos sem suficiência legal e moral. Infelismente muitas ONgs se apegam a uma agenda burocrática instuitida pelo Estado e não assumem quando necessário o cumprimento de uma agenda de representação polÃtica dos cidadãos e seus problemas.
Tenha certeza de qual área de abragência de qual CBH está inserido esses problemas..EM MG o RIO MOGI PARDO tem no CBH as seguintes entidades e pessoas
Titular: ONG Mãos da Terra
Representante: Ângela Maria Martins Marques dos Santos
e-mail: a3msantos@uol.com.br
Suplente: ONG Mãos da Terra
Representante: Simone Gonçalves
e-mail: sibiolog@hotmail.com
4 - Titular: Associação Nacional dos Serviços Municipais de Saneamento - ASSEMAE
Representante: Rodopiano Marques Evangelista
Suplente: Associação Nacional dos Serviços Municipais de Saneamento - ASSEMAE
Representante: Henrique Rossi Wolf
e-mail: hrwolf@yahoo.com.br
5 - Titular: Agência de Desenvolvimento Integrado do Sul e Sudoeste de Minas Gerais - ADISMIG
Representante: Benedito Maria de Mendonça Chaves
Suplente: Agência de Desenvolvimento Integrado do Sul e Sudoeste de Minas Gerais - ADISMIG
Representante: Sérgio Aparecido Bertocco
6 - Titular: ONG Planeta Solidário
Representante: Irinéia Ardissom da Silveira Souza
e-mail: neia_ass@yahoo.com.br
Suplente: ONG Planeta Solidário
Representante: Maura Helena de Miranda Nunes
e-mail: mauramb@yahoo.com.br
7- Titular: Associação dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos de Andradas (ASSEA Andradas)
Representante: João Luiz Magalhães
e-mail: assea.andradas@yahoo.com.br
Suplente: Associação dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos de Andradas (ASSEA Andradas)
Representante: Luiz Carlos Capituliano de Andrade
e-mail:
8 - Titular: ONG Caracol - Andradas
Representante: Reges Cabral de Souza Vilela
Suplente: ONG Caracol - Andradas
Representante: Viviane Vicentim Miolo Batista
O endereço FONASC para você remeter em Brasilia é ( Esse sim ..atua)
A plenária do CNRH
A/C da Rep. das org civis no CNRH- FONASC
SEPN 505 – Lote 2 – Ed. Marie Prendi Cruz
1º andar – sala 108
(acesso pela W2 Norte)
(acesso pela W2 Norte)
CEP: 70730-542 – BrasÃlia-DF
(POIS PODE SER QUE A BUROCRACIA SE ATRAPALHE PARA NOS ENTREGAR)
Mas mande também para o
ESCRITÓRIO FONASC-CBH no DF
CLN 107 BLOCO D SALA 211
BRASILIA - DF
CEP 70743-540
(61) 3202-7448 e 9999-6191
PROCURE TAMBÉM O MEMBRO REP DA SOC CIVIL NO CBH MOGI PARDO ONDE SUPONHO DEVE ESTAR LOCALIZADO O PROBLEMA E PEÇA PARA ELE ADOTAR OS MESMOS PROCEDIMENTOS
ESPERAMOS ASSIM PODER CONTRIBUIR PARA AJUDAR A LUTA DOS CIDADÃOS COMO VOCE E ESTAMOS A DISPOSIÇÃO
FRATERNAL ABRAÇO
JOAO CLIMACO
REP DAS ORG CIVIS NO CNRH
MEMBRO DA COORD DO FONASC CBH
FÓRUM NACIONAOL DA SOCIEDADE CIVIL NA GESTÃO DE BACIAS HIDROGR�FICAS
De: "daniel.turi@gmail.com"
Para: fonasc.cbh@grupos.com.br
Cc: Fórum Carajás
Enviadas: Sábado, 17 de Setembro de 2011 9:27
Assunto: [[FONASC-CBH]] Re: *[Fórum Nacional de ONGs] Fwd: [ConselhoMosaicoMantiqueira] Construção de usinas nas cachoeiras de Socorro
Querida Laura.
Algumas religões nos orientam a desapegar das coisas materiais.
Indo mais além, as próprias cachoeiras, mares, rios, matas, bosques, aves...
São tudo coisas materiais.
Sobre sua pergunta de ONG's terem voto...
Infelizmente não é assim. Os eventuais votos das eventuais ONG's de verdade, nada bastam.
A grande maioria das ONG's que são famosas e aparecem, não lutam pelo meio ambiente.
Elas são frentes de poderosas organizações que as criaram para também enfraquecer o trabalho dos raros, porém bravos, ambientalistas....
Enfim Laura, nesta grande Babilonia, o melhor mesmo que temos a fazer, é fortalecer nossos espÃritos...
A cada suspiro!!
FORÇA PARA VOCES TODOS E POBRE MANTIQUEIRA, POBRE BRAZIL !!
--
MP 458/09, Rio Tietê, Conceição do Mato D'entro/MG, Deslizamentos e mortes em RJ, SP, SC, PR, BA, SE, Código Ambiental de SC, PNMC x Pré-Sal, COOPERJ, Sepetiba e o Porto Açu, Babitonga e o Porto Mar Azul, Ilhéus e o Porto Sul, Santos e a Embraport, São Sebastião e o Pré-Sal, Destruição dos Castanhais na Ilha de Parintins/AM, Diminuição dos Parques Nacionais e Estaduais para atividades de mineração e produção de usinas hidroelétricas, BR 319 na Amazônia, mudança nas Legislações Ambientais, transposição do São Francisco, usinas nucleares, Belo Monte, Jirau, Santo Antonio, Paiquerê, Tijuco Alto, Diesel S-2000, Lei das Cavernas, Lei das Restingas, Gasoduto Coari-Porto Velho, GT/CONAMA para os Topos de Morro, BR 101 no litoral paranaense, BR 116 em São Paulo, usinas à carvão mineral na Amazônia, destruição da Chapada Diamantina, PCH's pipocando Brasil afora, Rodoanel/SP, ZEE da Baixada Santista, municipalização das licenças ambientais, monocultura florestal nos Pampas e nas divisas do PaÃs, maquiagens na lista vermelha de fauna e flora, bombeamento do Rio Tiete para a Billings (flotação), destruição de 1080 hectares de manguezais em Saupe/PE, lixo radioativo sem regulamentação....
Acha pouco? Saiba que isto acima é apenas uma pequena parte do que o nosso Governo conseguiu nestes ultimos anos. Tem muito mais... Mas quer saber o que é pior do que isto?
É grande parte do povo brasileiro que não reage, não luta contra nada disto... ISTO É O PIOR DE TUDO!!!
Em 16 de setembro de 2011 20:18, Elias Adriano <eliasadriano@ig.com.br> escreveu:
---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Soraya Martins <sorayafmartins@gmail.com>
Data: 16 de setembro de 2011 08:38
Assunto: [ConselhoMosaicoMantiqueira] Construção de usinas nas
cachoeiras de Socorro
Para: conselhomosaicomantiqueira@googlegroups.com
Encaminho mensagem enviada à APA da Serra da Mantiqueira.
Soraya
----- Mensagem encaminhada -----
De: Laura . <laula_258@hotmail.com>
Para: contato@profundacaomantiqueira.org;
apaserradamantiqueira@yahoo.com.br; rbma@rbma.org.br;
linhaverde.sede@ibama.gov.br; prima@prima.org.br
Enviadas: Quinta-feira, 15 de Setembro de 2011 17:35
Assunto: Construção de usinas nas cachoeiras de Socorro
Olá , gostaria de discorrer sobre um problema que está acontecendo no
municÃpio em que moro e em mais alguns adjacentes, gostaria também de
perguntar e me informar sobre as medidas que podem ser tomadas acerca
do assunto.
O municÃpio de Socorro, estado de São Paulo, se encontra na Serra da
Mantiqueira e na Mata Atlântica. É cortado pelo Rio do Peixe, que
nasce em Senador Amaral, MG, atravessando também os municÃpios de
Lindóia e Itapira, e desaguando no rio Mogi - Guaçu.
Surgiu, já há algum tempo, um projeto de construção e instalação de
várias pequenas usinas hidrelétricas ( as Centrais Geradoras
Hidrelétricas, ou CGH's). A implantação dessas usinas transformaria
trechos das corredeiras em rios de pedra, gerando desastrosos
impactos ambientais e econômicos na região, e demandaria a construção
de barragens que varreriam do mapa inúmeras cachoeiras. Com isso, além
da inevitável degradação ambiental, as usinas afetariam drasticamente
as atividades turÃsticas dos municÃpios.
Contra esse projeto de construção das CGHs, foi criado um outro
projeto, o Cachoeiras Vivas. Esse projeto arrecadou 12.342 assinaturas
de vários cidadãos, do municÃpio de Socorro e também dos adjacentes,
que seriam juntamente prejudicados, pois as CGHs seriam instaladas em
vários pontos do rio, inclusive nos municÃpios de Bueno Brandão e
Munhoz, ambos no estado de MG.
O "Cachoeiras Vivas" foi ignorado. O projeto foi mandado para BrasÃlia
e aprovado, e as CGH's estão agora em construção.
Sei que não há mais nada a fazer acerca disso, mas gostaria de me
informar sobre medidas que podem ser tomadas sobre a construção de
NOVAS usinas, li que algumas ONGs possuem poder de voto nesses casos,e
mais algumas coisas, peço que me esclareçam.
Essas usinas promoverão o devastamento da mata ciliar, diminuirão a
vazão de água nos rios, e irão promover muitas alterações na fauna e
flora local, lembrando que estamos em uma área de mata atlântica.
A população da cidade está indignada com a atitude dos polÃticos, pois
a cidade não possui déficit de energia elétrica.
Tive essa idéia de escrever para ONGs que cuidam da preservação da
natureza em vários aspectos, pois sei que lutas por causas ambientais
são difÃceis e que é muito complicado toda essa história de "brigar"
com o governo em pról das mesmas.Agradeço pela parcela de tempo doada
a esta causa, pois já significa muito para nós.
Att,
Laura Araujo
--
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Daniel Kurupira
ibiosfera.org.br
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Acha pouco? Saiba que isto acima é apenas uma pequena parte do que o nosso Governo conseguiu nestes ultimos anos. Tem muito mais... Mas quer saber o que é pior do que isto?
É grande parte do povo brasileiro que não reage, não luta contra nada disto... ISTO É O PIOR DE TUDO!!!
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FONASC-CBH - Escritório: CLN 107 bloco D sala 211 CEP 70743-540 - BrasÃlia - DF Fones: (61) 32027448 - (61) 99996191 CADASRTRE-SE.NO FONASC www.fonasc-cbh.org.br O FONASC-CBH se propõe aglutinar os Movimentos, Organizações Sociais e Cidadãos em prol das Ã�guas. Conheça os Projetos do FONASC: Programa de Reconhecimento Comunitário Participativo; da Responsabilidade Socioambiental para a Ã�gua; Empresa Amiga da Ã�gua; Programa de Formação de Agentes Ambientais de Bacias Hidrográficas e outros. Visite a nossa página: www.fonasc-cbh.org.br - Atualize as informações de sua Entidade; - Cadastre sua Entidade; - Informe os desafios e as lutas pelas Ã�guas na sua Bacia Hidrográfica; - Receba nossos Boletins – e-mail: assinar-fonasc-cbh@fonasc-cbh.org.br Você pode colaborar com as atividades do FONASC-CBH mediante contribuição: Banco do Brasil - Agencia 1629-2 - c/c 18576-0 – FONASC-CBH
procedimentos para encaminhamentos de demandas da soc civil pelas ONgs em CBhs. j
Os proedimentos que os cidadãos afiliados ao Fonasc e organizações ligadas ao Fonasc adotam quando instados e orientados por nós é abrir novas frentes de resistências a partir do dirweito regimental que essas entidades tem nos CBhs e nos Conselhos Estaduais para questionar a outorga ou a ausência da mnanifestação da rep da soc civil nos cbhs da região quando os mesmos forem omissos por má fé ou descobnjhecimento .
De: "daniel.turi@gmail.com"
Para: fonasc.cbh@grupos.com.br
Cc: Fórum Carajás; Fonasc ; inPACTO
Enviadas: Sábado, 17 de Setembro de 2011 9:27
Assunto: [[FONASC-CBH]] Re: *[Fórum Nacional de ONGs] Fwd: [ConselhoMosaicoMantiqueira] Construção de usinas nas cachoeiras de Socorro
Encaminhamos docvumentos e denuncias que possam instgruir nossos procedimentos para questionar essas outorgas de usos de recursos hÃdricos a partir de nosso mandato nos CERH de MG e entidades parceiras em São PAulo e no CNRH - Conselho Nacioonal de recurfsos Húidricos - é preciso fazer faler os pressupostos legais de que essas instâncias são feitas também para derimirf conflitos nos usos de recursos hÃdricos. O que muitas ONgs nesses CBhs não fazem. gustavo gazzinelli
Portanto será preciso vocês encaminharem a nossa representação das org civis no CNRH em Brasilia a documentação dce denuncia e reivindicação para qued possamos instruir nossa solicitação .Quanto as cidades que estão no território de Minas sugiro remeter também pára o nosso representante fonasc no CERH MG companheiro Gustavo Gazzinelli ao mesmo tempo remeter pedir apoio ao companheiro Nelson Pedroso AGDS que acompanha a soc civil no CERH Conselho EstaDUAL de recursos hÃdricos de São Paulo.
Se não podemos impedir as outorgas desses empreendimentos de imediato temos o poder de questionar a legalidade das mesmas com esse fim e abrir frentes de enfrentamento a esses grupos de interesses encastelados dentro do estado que facilitam esses licenciamentos sem suficiência legal e moral. Infelismente muitas ONgs se apegam a uma agenda burocrática instuitida pelo Estado e não assumem quando necessário o cumprimento de uma agenda de representação polÃtica dos cidadãos e seus problemas.
Tenha certeza de qual área de abragência de qual CBH está inserido esses problemas..EM MG o RIO MOGI PARDO tem no CBH as seguintes entidades e pessoas
Titular: ONG Mãos da Terra
Representante: Ângela Maria Martins Marques dos Santos
e-mail: a3msantos@uol.com.br
Suplente: ONG Mãos da Terra
Representante: Simone Gonçalves
e-mail: sibiolog@hotmail.com
4 - Titular: Associação Nacional dos Serviços Municipais de Saneamento - ASSEMAE
Representante: Rodopiano Marques Evangelista
Suplente: Associação Nacional dos Serviços Municipais de Saneamento - ASSEMAE
Representante: Henrique Rossi Wolf
e-mail: hrwolf@yahoo.com.br
5 - Titular: Agência de Desenvolvimento Integrado do Sul e Sudoeste de Minas Gerais - ADISMIG
Representante: Benedito Maria de Mendonça Chaves
Suplente: Agência de Desenvolvimento Integrado do Sul e Sudoeste de Minas Gerais - ADISMIG
Representante: Sérgio Aparecido Bertocco
6 - Titular: ONG Planeta Solidário
Representante: Irinéia Ardissom da Silveira Souza
e-mail: neia_ass@yahoo.com.br
Suplente: ONG Planeta Solidário
Representante: Maura Helena de Miranda Nunes
e-mail: mauramb@yahoo.com.br
7- Titular: Associação dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos de Andradas (ASSEA Andradas)
Representante: João Luiz Magalhães
e-mail: assea.andradas@yahoo.com.br
Suplente: Associação dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos de Andradas (ASSEA Andradas)
Representante: Luiz Carlos Capituliano de Andrade
e-mail:
8 - Titular: ONG Caracol - Andradas
Representante: Reges Cabral de Souza Vilela
Suplente: ONG Caracol - Andradas
Representante: Viviane Vicentim Miolo Batista
O endereço FONASC para você remeter em Brasilia é ( Esse sim ..atua)
A plenária do CNRH
A/C da Rep. das org civis no CNRH- FONASC
SEPN 505 – Lote 2 – Ed. Marie Prendi Cruz
1º andar – sala 108
(acesso pela W2 Norte)
(acesso pela W2 Norte)
CEP: 70730-542 – BrasÃlia-DF
(POIS PODE SER QUE A BUROCRACIA SE ATRAPALHE PARA NOS ENTREGAR)
Mas mande também para o
ESCRITÓRIO FONASC-CBH no DF
CLN 107 BLOCO D SALA 211
BRASILIA - DF
CEP 70743-540
(61) 3202-7448 e 9999-6191
PROCURE TAMBÉM O MEMBRO REP DA SOC CIVIL NO CBH MOGI PARDO ONDE SUPONHO DEVE ESTAR LOCALIZADO O PROBLEMA E PEÇA PARA ELE ADOTAR OS MESMOS PROCEDIMENTOS
ESPERAMOS ASSIM PODER CONTRIBUIR PARA AJUDAR A LUTA DOS CIDADÃOS COMO VOCE E ESTAMOS A DISPOSIÇÃO
FRATERNAL ABRAÇO
JOAO CLIMACO
REP DAS ORG CIVIS NO CNRH
MEMBRO DA COORD DO FONASC CBH
FÓRUM NACIONAOL DA SOCIEDADE CIVIL NA GESTÃO DE BACIAS HIDROGRÃFICAS
De: "daniel.turi@gmail.com"
Para: fonasc.cbh@grupos.com.br
Cc: Fórum Carajás
Enviadas: Sábado, 17 de Setembro de 2011 9:27
Assunto: [[FONASC-CBH]] Re: *[Fórum Nacional de ONGs] Fwd: [ConselhoMosaicoMantiqueira] Construção de usinas nas cachoeiras de Socorro
Querida Laura.
Algumas religões nos orientam a desapegar das coisas materiais.
Indo mais além, as próprias cachoeiras, mares, rios, matas, bosques, aves...
São tudo coisas materiais.
Sobre sua pergunta de ONG's terem voto...
Infelizmente não é assim. Os eventuais votos das eventuais ONG's de verdade, nada bastam.
A grande maioria das ONG's que são famosas e aparecem, não lutam pelo meio ambiente.
Elas são frentes de poderosas organizações que as criaram para também enfraquecer o trabalho dos raros, porém bravos, ambientalistas....
Enfim Laura, nesta grande Babilonia, o melhor mesmo que temos a fazer, é fortalecer nossos espÃritos...
A cada suspiro!!
FORÇA PARA VOCES TODOS E POBRE MANTIQUEIRA, POBRE BRAZIL !!
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MP 458/09, Rio Tietê, Conceição do Mato D'entro/MG, Deslizamentos e mortes em RJ, SP, SC, PR, BA, SE, Código Ambiental de SC, PNMC x Pré-Sal, COOPERJ, Sepetiba e o Porto Açu, Babitonga e o Porto Mar Azul, Ilhéus e o Porto Sul, Santos e a Embraport, São Sebastião e o Pré-Sal, Destruição dos Castanhais na Ilha de Parintins/AM, Diminuição dos Parques Nacionais e Estaduais para atividades de mineração e produção de usinas hidroelétricas, BR 319 na Amazônia, mudança nas Legislações Ambientais, transposição do São Francisco, usinas nucleares, Belo Monte, Jirau, Santo Antonio, Paiquerê, Tijuco Alto, Diesel S-2000, Lei das Cavernas, Lei das Restingas, Gasoduto Coari-Porto Velho, GT/CONAMA para os Topos de Morro, BR 101 no litoral paranaense, BR 116 em São Paulo, usinas à carvão mineral na Amazônia, destruição da Chapada Diamantina, PCH's pipocando Brasil afora, Rodoanel/SP, ZEE da Baixada Santista, municipalização das licenças ambientais, monocultura florestal nos Pampas e nas divisas do PaÃs, maquiagens na lista vermelha de fauna e flora, bombeamento do Rio Tiete para a Billings (flotação), destruição de 1080 hectares de manguezais em Saupe/PE, lixo radioativo sem regulamentação....
Acha pouco? Saiba que isto acima é apenas uma pequena parte do que o nosso Governo conseguiu nestes ultimos anos. Tem muito mais... Mas quer saber o que é pior do que isto?
É grande parte do povo brasileiro que não reage, não luta contra nada disto... ISTO É O PIOR DE TUDO!!!
Em 16 de setembro de 2011 20:18, Elias Adriano <eliasadriano@ig.com.br> escreveu:
---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Soraya Martins <sorayafmartins@gmail.com>
Data: 16 de setembro de 2011 08:38
Assunto: [ConselhoMosaicoMantiqueira] Construção de usinas nas
cachoeiras de Socorro
Para: conselhomosaicomantiqueira@googlegroups.com
Encaminho mensagem enviada à APA da Serra da Mantiqueira.
Soraya
----- Mensagem encaminhada -----
De: Laura . <laula_258@hotmail.com>
Para: contato@profundacaomantiqueira.org;
apaserradamantiqueira@yahoo.com.br; rbma@rbma.org.br;
linhaverde.sede@ibama.gov.br; prima@prima.org.br
Enviadas: Quinta-feira, 15 de Setembro de 2011 17:35
Assunto: Construção de usinas nas cachoeiras de Socorro
Olá , gostaria de discorrer sobre um problema que está acontecendo no
municÃpio em que moro e em mais alguns adjacentes, gostaria também de
perguntar e me informar sobre as medidas que podem ser tomadas acerca
do assunto.
O municÃpio de Socorro, estado de São Paulo, se encontra na Serra da
Mantiqueira e na Mata Atlântica. É cortado pelo Rio do Peixe, que
nasce em Senador Amaral, MG, atravessando também os municÃpios de
Lindóia e Itapira, e desaguando no rio Mogi - Guaçu.
Surgiu, já há algum tempo, um projeto de construção e instalação de
várias pequenas usinas hidrelétricas ( as Centrais Geradoras
Hidrelétricas, ou CGH's). A implantação dessas usinas transformaria
trechos das corredeiras em rios de pedra, gerando desastrosos
impactos ambientais e econômicos na região, e demandaria a construção
de barragens que varreriam do mapa inúmeras cachoeiras. Com isso, além
da inevitável degradação ambiental, as usinas afetariam drasticamente
as atividades turÃsticas dos municÃpios.
Contra esse projeto de construção das CGHs, foi criado um outro
projeto, o Cachoeiras Vivas. Esse projeto arrecadou 12.342 assinaturas
de vários cidadãos, do municÃpio de Socorro e também dos adjacentes,
que seriam juntamente prejudicados, pois as CGHs seriam instaladas em
vários pontos do rio, inclusive nos municÃpios de Bueno Brandão e
Munhoz, ambos no estado de MG.
O "Cachoeiras Vivas" foi ignorado. O projeto foi mandado para BrasÃlia
e aprovado, e as CGH's estão agora em construção.
Sei que não há mais nada a fazer acerca disso, mas gostaria de me
informar sobre medidas que podem ser tomadas sobre a construção de
NOVAS usinas, li que algumas ONGs possuem poder de voto nesses casos,e
mais algumas coisas, peço que me esclareçam.
Essas usinas promoverão o devastamento da mata ciliar, diminuirão a
vazão de água nos rios, e irão promover muitas alterações na fauna e
flora local, lembrando que estamos em uma área de mata atlântica.
A população da cidade está indignada com a atitude dos polÃticos, pois
a cidade não possui déficit de energia elétrica.
Tive essa idéia de escrever para ONGs que cuidam da preservação da
natureza em vários aspectos, pois sei que lutas por causas ambientais
são difÃceis e que é muito complicado toda essa história de "brigar"
com o governo em pról das mesmas.Agradeço pela parcela de tempo doada
a esta causa, pois já significa muito para nós.
Att,
Laura Araujo
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Acha pouco? Saiba que isto acima é apenas uma pequena parte do que o nosso Governo conseguiu nestes ultimos anos. Tem muito mais... Mas quer saber o que é pior do que isto?
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domingo, 18 de setembro de 2011
considerações sobre cobrança educação ambiental
CONSIDERACOES SOBRE ECUCACAO AMBEITNAL , CBHs COMPENSASSÕES..EM CORPO DAGUA DE IBIRITE.
Um aspecto que merece nossa atenção é a necessidade de reforçar-mos a visão e afirmação e conceitualização da POLITICA NACIONAL DE RECURSOS Hídricos COMO Política PUBLICA. Tal entendimento foi corrompido por uma falsa idéia de sistema, que na verdade encobriu uma estratificação perniciosa obscurece dora de práticas coorporativas e interesses setoriais. Construíram conceitos congenitamente equivocados que a faz com que em muitas situações, a Política de Recursos hídricos seja na verdade, espaços de legitimação da “comodditty” água no decorrer dos tempos. Os interesses que impedem dela ser administrada como bem publico e essa maneira sorrateira de impedir a consciência social sobre ela, bem que poderia possibilitar uma melhor distribuição de renda a partir da situação onde a sociedade receba pela água que disponibiliza para o desenvolvimento econômico e acumulação de poucos. Isto sugere a todos nós, esforço para que água possibilite que o desenvolvimento econômico esteja pari-passo com o desenvolvimento social sob pena de transformarmos às instâncias de gestão futuramente, em bolsa de negociação dos direitos de uso da água. Uma paisagem que não combina é tanta miséria as margens dos rios.
Aliás, já apareceu um cidadão na CTCOB do CNRH, sugerindo algo que parecido com um adiantamento para os Comitês de Bacias pelo uso econômico da água pelos usuários, onde se teria a CAIXA como operadora dessa negociação ou adiantamento. Se tivermos de implantar esse instrumento DE COBRANCA Através desse ARTIFÍCIO estaremos condenando nossa historia e esforço e nossa luta como infrutífera. A sociedade através do instrumento econômico da cobrança da lei 9433 deve ser ressarcida pela disponibilidade de seus recursos naturais e com melhor qualidade de vida a partir da situação ambiental de seus rios lagos e corpos d’água quando utilizados e aproveitados para atividades econômicas diversas e quando as condições ambientais estiverem satisfeitas para tal. É justo que a comunidade que disponibiliza seus recursos aufira o resultado dessa riqueza. Por essa ótica o instrumento da COBRANÇA pode ser também um grande fator de indução ao desenvolvimento social e da qualidade de vida das populações não somente em função do rio que ela disponibiliza mas também em função de outras externalidades que possam representar impactos positivos na vida das pessoas.(Um exemplo disso é o caso de uma cidade que existe no Paraná que recebe royaltys pelo uso da água de modo que a cidade, pela relação per capta receita pode fazer grandes investimentos sociais na qualidade de vida e da saúde da população). O reducionismo que afirma que é o setor econômico que financia o sistema é uma falácia que precisa ser entendida por esses pressupostos.
Um exemplo que eu entendo como otimização do bem público - Lagoa da Petrobras em Ibireite – MG e que sugere possibilidades de se aproveitar as instancias de gestão tipos CBHs para fazer com que os grupos sociais ou grupos de pessoas e cidadãos pensando, planejando e participando nas estâncias competentes para afirmar o que fazer com os recursos oriundos do uso econômico de sues recursos naturais. Nesse aspecto, urge estar todos os envolvidos deveras sintonizados para não haver confusão entre mobilização, participação, e articulação e sim construir convergências para se construir uma agenda local.
O problema é que nesse processo hegemônico da tecnocracia hídrica hidrológica, o medo e timidez dos grupos sociais da região aparecem nítidos pela vantagem que tem os “técnicos” de levar as coisas do jeito “você sabe com quem está falando”? E provocam um retrocesso no ímpeto de participar. No reinado de Tanatos vive a tecnocracia que tem medo da participação e inserção social na gestão das águas. A fácil dicotomia ainda não explica o tão complexo é essa situação.
As populações nunca operarão no sistema de gestão das águas com a mesma visão do técnico e isso ele (o técnico) não vai conseguir falar em nome do povo, mesmo que contratem os melhores cientistas sociais do mundo (será que agora eles entendem que esse pessoal pode servir?). O certo é o seguinte. Se essa política publica não mostrar nada de resultado para o povo...ele vai gradualmente se organizar para esvaziar ela, e atanazar pessoas ou técnicos sérios que lutam o tempo todo para essa política ser eficiente . O tempo vai dizer qual vantagem e resultado podem ter a Petrobras e a população local do lago e da bacia se não houver uma equação que possibilite um desenvolvimento sócio ambiental integrado das populações do entorno do empreendimento Lago. Acho que a ideologia patrimonialista e coorporativa conseguiram frustrar o povo na política de saúde com o tal “controle social”do SUS mas não com a água.
Isto posto, a Petrobras como qualquer outro usuário das águas públicas, não está numa compra de água em Ibirité. Apesar desse ser o raciocínio ‘fácil. Os recursos oriundos da compensação pelo uso da água não é um favor da sociedade, não é uma simples troca de compensações, tampouco uma simples operação de disponibilização de recursos para compra de cartilhas ou fazer alegorias passageiras. Os problemas técnicos operacionais da Petrobras nesse lago e a pressão social continuarão e nesse sentido a integração de instrumentos da POLITICA DE GESTÃO DE RECRUSOS HIDRICOS ATRAVES DO CBH integrando-se com outras políticas são fundamentais.A EDUCAÇÃO E MOBILIZAÇÃO SOCIAL nesse aspecto têm muito a contribuir...e o mais importante, pactuar entre todos uma tecnologia de gestão. Hoje, na região temos problemas de acesso à saúde, acesso a educação, pressão por escolas, qualidade de vida, transporte tudo isso junto com tudo, gerando sujeira e poluição para o lago. Nesse sentido como vamos pensar e executar uma EDUCAÇÃO AMBIENTAL no âmbito de uma política de recursos hídricos?Como pode uma população tão pobre junto de um empreendimento tão rico
Nesse contexto os projetos e compensações de grande monta numa região delimitada e impactada por um grande empreendimento podem ser entendidos não somente como um produto de prateleira, mas como algo mesurado pela mudança de qualidade de vida. Imaginemos se toda renda do petróleo derivado das novas descobertas do Pré-sal fossem totalmente direcionados para fazer uma grande revolução na educação desse país. Que revolução? Imaginemos, porém, a tamanha dificuldade da tecnocracia entender assim. Isso é que é indicador de subdesenvolvimento. Os setores e coorporações abocanharam o estado tem mais medo disso do que a burguesia industrial do começo do século tinha da classe operária. Cobram da sociedade uma comissão enorme. Desnudar e possibilitar o entendimento disso é o papel da educação ambiental e mobilização .Educação ambiental serve também pra superar isso.
O desenvolvimento de programas de educação ambiental no CBH não pode ser visto de uma maneira mecânica como se fosse à relação entre “qual a importância do técnico e das tecnologias e nomenclaturas da gestão das águas sobre a população”. É necessário traduzir-se o desejo das pessoas e visibiliza-lo nas metodologias para a população, que se afoga, e que se contamina.
Um PROGRAMA DE EDUCACAO AMBIENTAL A MEU ver, deve primeiramente refletir e indicar o estado da arte do que pensam todos os atores envolvidos, pois disso resulta o fortalecimento institucional do CBH e do modelo que tanto lutamos e, sobretudo um novo olhar da Petrobras sobre o LAGO, bem publico de valor que extropala nossa tradicional noção de valor. Dessa forma, o processo de comunicação, educação e mobilização, deve resgatar esses pontos não somente nas cartilhas ou nas alegorias culturais ali previstas mais uma equação inteligente para conseguirmos esses resgates nas atividades previstas.
“E preciso superar visão ‘FUNCIONALISTA” DE educação e mobilização e cito comumente treis fundamentos que adoto nos processos de capacitação e mobilização para possibilitar as pessoas e cidadãos cuidar de seus corpos dagua que dever estar intrinsecamente relacionados que são:
1 - As ações devem propiciar a agregação de pessoas CIDADÃS à gestão e as preocupações preservacionistas sobre biodiversidade da região. A gestão pressupõe o surgimento de um capital intelectual e político que deve ser administrado doravante. Pois seja lá o que fizer com nome de educação ambiental vai ser julgado e potencializado per todos os atores como variável importante da relação dos empreendedores de uma Bacia Hidrográfica com a população local.
2 – Devem-se trabalhar novos valores e sabê-los passar aos cidadãos nessas metodologias a serem desenvolvidas e esses valores passam por temas bastante atuais e relacionados à vida das pessoas que é a construção de uma nova ética a partir do que a própria natureza nos ensina. A água não suporta traição, a água não suporta subterfúgio, a água boa foge de quem não cuida dela, á água desnuda a má fé e a má política. A água e segurança estão juntas ..a segurança da Petrobras, A seguranças da população..temas correntes e imprescindíveis não coexistem separadamente. (O Dialógico)
3 - Não existe possibilidade de se fazer gestão de um bem publico sem que os atores sociais institucionais, sobretudo, os CBH e as populações nele representadas não construam e reelaborem sua experiência e vivencia com seu rio relacionando dentro da ESTRUTRA ONDE SE ENCONTRAM. O ESTADO e a cidadania, O PUBLICO E O PRIVADO. O que é isso?
Fazer educação ambiental escamoteando esses aspectos é mesmo que estarmos armando bombinhas para nossas posteridades. Temos que desenvolver metodologias que contemple a perspectiva dialógica, estruturante e sistêmica. Dimensões essas que devem ser consideradas nos produtos e metodologias a serem desenvolvidas nos projetos que normalmente são financiados por condensações ambientais quase sempre e propositadamente vistos como muito menos do que uma poesia de Drumond. “Apenas um volume na estante” Com a água não existe processo educativo eficaz e eficiente mobilizativo que não termine em um pacto entre AQUELE QUE TEM poder dentro das estruturas institucionais e o povo que merece ser ressarcido de seu patrimônio natural.
É necessário, portanto nivelarmos nossas convergências conceituais, nossos medos e desejos. Só quem está de ma fé tem medo de Eros e da educação ambiental no estado democrático e de direito. Afora disso, fica difícil até para se trabalhar errado, pois tudo isso é de uma DELICADEZA que suponho poucos atores das profissões de bases tecnológicas conseguem captar. E a sociedade já há dez anos está pagando um preço caro por causa dessa imaginação sociológica distorcida desses grupos filhos de Tanatos que instituíram a POLITICA NACIONAL DE RECURSOS HIDRICOS e que não deixam os grupos sociais a instituírem a partir de suas vivencias.
Nos dez anos da política nacional de recursos hídricos não podemos correr o risco de continuarmos participando de uma enganação do povo mais uma vez com DESEDUCAÇÃO POLITICA PROMOVENDO ALEGORIAS AMBIENTAIS.
O cenário que detectei em uma visita a uma equipe multidisciplinar levou-me a colocar para eles minhas impressões sobre as possibilidades e limites de aplicarem-se esses pressupostos...:
1 - A EQUIPE DEVE FAZER VIGOROSO ESFORÇO INTELECTUAL DE FORMAÇÃO PERMANENTE EM CIMA DO PROJETO, DA REALIDADE LOCAL PAUTANDO POR UMA CONVIVENCIA ETICA SAUDÁVEL ENTRE ELAS, DE RESULTADOS PARA TODOS. Cuidado com DARWINISMO BUROCRATICO DE GENERO.
2 – Estabeleçam uma agenda de relacionamento e convivência e interação com a agenda dos públicos alvos previstos. da população do entorno nem que seja para estabelecer amizades , se já não tiverem uma visibilidade técnica do projeto. As meninas devem estabelecer uma agenda mínima com esse povo que estão nos projetos 3 – A equipe deve se inteirar de tudo que acontece no CBH, sua dinâmica, o que significa, suas estratégias, seus atores, devem entender os instrumentos e fundamentos da Política de Recurso dos Hídricos. Nivelar essa situação. Sugeri uns textos sobre isso. O que , pra que , estamos aqui, aonde queremos chegar.? O plano de Bacias, etc.
4 – Paute a discussão para construção de uma visão sistêmica de quem exerce a atividade de educação ambiental O que isso, o que é dialógica, o significado do conflito, a administração do conflito na Bacia.
5 – Como o CBH tem condições de administrar o capital intelectual e político decorrente da mobilização?
· Palestra a grupo de técnico e mobilizadores sociais do CBH Paraopeba.
· Maio 2008-08-21
João Climaco
Tecnologias Sociais e Ambientais para participação social em um corpo dagua impactado por grande empreendimento.
Um aspecto que merece nossa atenção é a necessidade de reforçar-mos a visão e afirmação e conceitualização da POLITICA NACIONAL DE RECURSOS Hídricos COMO Política PUBLICA. Tal entendimento foi corrompido por uma falsa idéia de sistema, que na verdade encobriu uma estratificação perniciosa obscurece dora de práticas coorporativas e interesses setoriais. Construíram conceitos congenitamente equivocados que a faz com que em muitas situações, a Política de Recursos hídricos seja na verdade, espaços de legitimação da “comodditty” água no decorrer dos tempos. Os interesses que impedem dela ser administrada como bem publico e essa maneira sorrateira de impedir a consciência social sobre ela, bem que poderia possibilitar uma melhor distribuição de renda a partir da situação onde a sociedade receba pela água que disponibiliza para o desenvolvimento econômico e acumulação de poucos. Isto sugere a todos nós, esforço para que água possibilite que o desenvolvimento econômico esteja pari-passo com o desenvolvimento social sob pena de transformarmos às instâncias de gestão futuramente, em bolsa de negociação dos direitos de uso da água. Uma paisagem que não combina é tanta miséria as margens dos rios.
Aliás, já apareceu um cidadão na CTCOB do CNRH, sugerindo algo que parecido com um adiantamento para os Comitês de Bacias pelo uso econômico da água pelos usuários, onde se teria a CAIXA como operadora dessa negociação ou adiantamento. Se tivermos de implantar esse instrumento DE COBRANCA Através desse ARTIFÍCIO estaremos condenando nossa historia e esforço e nossa luta como infrutífera. A sociedade através do instrumento econômico da cobrança da lei 9433 deve ser ressarcida pela disponibilidade de seus recursos naturais e com melhor qualidade de vida a partir da situação ambiental de seus rios lagos e corpos d’água quando utilizados e aproveitados para atividades econômicas diversas e quando as condições ambientais estiverem satisfeitas para tal. É justo que a comunidade que disponibiliza seus recursos aufira o resultado dessa riqueza. Por essa ótica o instrumento da COBRANÇA pode ser também um grande fator de indução ao desenvolvimento social e da qualidade de vida das populações não somente em função do rio que ela disponibiliza mas também em função de outras externalidades que possam representar impactos positivos na vida das pessoas.(Um exemplo disso é o caso de uma cidade que existe no Paraná que recebe royaltys pelo uso da água de modo que a cidade, pela relação per capta receita pode fazer grandes investimentos sociais na qualidade de vida e da saúde da população). O reducionismo que afirma que é o setor econômico que financia o sistema é uma falácia que precisa ser entendida por esses pressupostos.
Um exemplo que eu entendo como otimização do bem público - Lagoa da Petrobras em Ibireite – MG e que sugere possibilidades de se aproveitar as instancias de gestão tipos CBHs para fazer com que os grupos sociais ou grupos de pessoas e cidadãos pensando, planejando e participando nas estâncias competentes para afirmar o que fazer com os recursos oriundos do uso econômico de sues recursos naturais. Nesse aspecto, urge estar todos os envolvidos deveras sintonizados para não haver confusão entre mobilização, participação, e articulação e sim construir convergências para se construir uma agenda local.
O problema é que nesse processo hegemônico da tecnocracia hídrica hidrológica, o medo e timidez dos grupos sociais da região aparecem nítidos pela vantagem que tem os “técnicos” de levar as coisas do jeito “você sabe com quem está falando”? E provocam um retrocesso no ímpeto de participar. No reinado de Tanatos vive a tecnocracia que tem medo da participação e inserção social na gestão das águas. A fácil dicotomia ainda não explica o tão complexo é essa situação.
As populações nunca operarão no sistema de gestão das águas com a mesma visão do técnico e isso ele (o técnico) não vai conseguir falar em nome do povo, mesmo que contratem os melhores cientistas sociais do mundo (será que agora eles entendem que esse pessoal pode servir?). O certo é o seguinte. Se essa política publica não mostrar nada de resultado para o povo...ele vai gradualmente se organizar para esvaziar ela, e atanazar pessoas ou técnicos sérios que lutam o tempo todo para essa política ser eficiente . O tempo vai dizer qual vantagem e resultado podem ter a Petrobras e a população local do lago e da bacia se não houver uma equação que possibilite um desenvolvimento sócio ambiental integrado das populações do entorno do empreendimento Lago. Acho que a ideologia patrimonialista e coorporativa conseguiram frustrar o povo na política de saúde com o tal “controle social”do SUS mas não com a água.
Isto posto, a Petrobras como qualquer outro usuário das águas públicas, não está numa compra de água em Ibirité. Apesar desse ser o raciocínio ‘fácil. Os recursos oriundos da compensação pelo uso da água não é um favor da sociedade, não é uma simples troca de compensações, tampouco uma simples operação de disponibilização de recursos para compra de cartilhas ou fazer alegorias passageiras. Os problemas técnicos operacionais da Petrobras nesse lago e a pressão social continuarão e nesse sentido a integração de instrumentos da POLITICA DE GESTÃO DE RECRUSOS HIDRICOS ATRAVES DO CBH integrando-se com outras políticas são fundamentais.A EDUCAÇÃO E MOBILIZAÇÃO SOCIAL nesse aspecto têm muito a contribuir...e o mais importante, pactuar entre todos uma tecnologia de gestão. Hoje, na região temos problemas de acesso à saúde, acesso a educação, pressão por escolas, qualidade de vida, transporte tudo isso junto com tudo, gerando sujeira e poluição para o lago. Nesse sentido como vamos pensar e executar uma EDUCAÇÃO AMBIENTAL no âmbito de uma política de recursos hídricos?Como pode uma população tão pobre junto de um empreendimento tão rico
Nesse contexto os projetos e compensações de grande monta numa região delimitada e impactada por um grande empreendimento podem ser entendidos não somente como um produto de prateleira, mas como algo mesurado pela mudança de qualidade de vida. Imaginemos se toda renda do petróleo derivado das novas descobertas do Pré-sal fossem totalmente direcionados para fazer uma grande revolução na educação desse país. Que revolução? Imaginemos, porém, a tamanha dificuldade da tecnocracia entender assim. Isso é que é indicador de subdesenvolvimento. Os setores e coorporações abocanharam o estado tem mais medo disso do que a burguesia industrial do começo do século tinha da classe operária. Cobram da sociedade uma comissão enorme. Desnudar e possibilitar o entendimento disso é o papel da educação ambiental e mobilização .Educação ambiental serve também pra superar isso.
O desenvolvimento de programas de educação ambiental no CBH não pode ser visto de uma maneira mecânica como se fosse à relação entre “qual a importância do técnico e das tecnologias e nomenclaturas da gestão das águas sobre a população”. É necessário traduzir-se o desejo das pessoas e visibiliza-lo nas metodologias para a população, que se afoga, e que se contamina.
Um PROGRAMA DE EDUCACAO AMBIENTAL A MEU ver, deve primeiramente refletir e indicar o estado da arte do que pensam todos os atores envolvidos, pois disso resulta o fortalecimento institucional do CBH e do modelo que tanto lutamos e, sobretudo um novo olhar da Petrobras sobre o LAGO, bem publico de valor que extropala nossa tradicional noção de valor. Dessa forma, o processo de comunicação, educação e mobilização, deve resgatar esses pontos não somente nas cartilhas ou nas alegorias culturais ali previstas mais uma equação inteligente para conseguirmos esses resgates nas atividades previstas.
“E preciso superar visão ‘FUNCIONALISTA” DE educação e mobilização e cito comumente treis fundamentos que adoto nos processos de capacitação e mobilização para possibilitar as pessoas e cidadãos cuidar de seus corpos dagua que dever estar intrinsecamente relacionados que são:
1 - As ações devem propiciar a agregação de pessoas CIDADÃS à gestão e as preocupações preservacionistas sobre biodiversidade da região. A gestão pressupõe o surgimento de um capital intelectual e político que deve ser administrado doravante. Pois seja lá o que fizer com nome de educação ambiental vai ser julgado e potencializado per todos os atores como variável importante da relação dos empreendedores de uma Bacia Hidrográfica com a população local.
2 – Devem-se trabalhar novos valores e sabê-los passar aos cidadãos nessas metodologias a serem desenvolvidas e esses valores passam por temas bastante atuais e relacionados à vida das pessoas que é a construção de uma nova ética a partir do que a própria natureza nos ensina. A água não suporta traição, a água não suporta subterfúgio, a água boa foge de quem não cuida dela, á água desnuda a má fé e a má política. A água e segurança estão juntas ..a segurança da Petrobras, A seguranças da população..temas correntes e imprescindíveis não coexistem separadamente. (O Dialógico)
3 - Não existe possibilidade de se fazer gestão de um bem publico sem que os atores sociais institucionais, sobretudo, os CBH e as populações nele representadas não construam e reelaborem sua experiência e vivencia com seu rio relacionando dentro da ESTRUTRA ONDE SE ENCONTRAM. O ESTADO e a cidadania, O PUBLICO E O PRIVADO. O que é isso?
Fazer educação ambiental escamoteando esses aspectos é mesmo que estarmos armando bombinhas para nossas posteridades. Temos que desenvolver metodologias que contemple a perspectiva dialógica, estruturante e sistêmica. Dimensões essas que devem ser consideradas nos produtos e metodologias a serem desenvolvidas nos projetos que normalmente são financiados por condensações ambientais quase sempre e propositadamente vistos como muito menos do que uma poesia de Drumond. “Apenas um volume na estante” Com a água não existe processo educativo eficaz e eficiente mobilizativo que não termine em um pacto entre AQUELE QUE TEM poder dentro das estruturas institucionais e o povo que merece ser ressarcido de seu patrimônio natural.
É necessário, portanto nivelarmos nossas convergências conceituais, nossos medos e desejos. Só quem está de ma fé tem medo de Eros e da educação ambiental no estado democrático e de direito. Afora disso, fica difícil até para se trabalhar errado, pois tudo isso é de uma DELICADEZA que suponho poucos atores das profissões de bases tecnológicas conseguem captar. E a sociedade já há dez anos está pagando um preço caro por causa dessa imaginação sociológica distorcida desses grupos filhos de Tanatos que instituíram a POLITICA NACIONAL DE RECURSOS HIDRICOS e que não deixam os grupos sociais a instituírem a partir de suas vivencias.
Nos dez anos da política nacional de recursos hídricos não podemos correr o risco de continuarmos participando de uma enganação do povo mais uma vez com DESEDUCAÇÃO POLITICA PROMOVENDO ALEGORIAS AMBIENTAIS.
O cenário que detectei em uma visita a uma equipe multidisciplinar levou-me a colocar para eles minhas impressões sobre as possibilidades e limites de aplicarem-se esses pressupostos...:
1 - A EQUIPE DEVE FAZER VIGOROSO ESFORÇO INTELECTUAL DE FORMAÇÃO PERMANENTE EM CIMA DO PROJETO, DA REALIDADE LOCAL PAUTANDO POR UMA CONVIVENCIA ETICA SAUDÁVEL ENTRE ELAS, DE RESULTADOS PARA TODOS. Cuidado com DARWINISMO BUROCRATICO DE GENERO.
2 – Estabeleçam uma agenda de relacionamento e convivência e interação com a agenda dos públicos alvos previstos. da população do entorno nem que seja para estabelecer amizades , se já não tiverem uma visibilidade técnica do projeto. As meninas devem estabelecer uma agenda mínima com esse povo que estão nos projetos 3 – A equipe deve se inteirar de tudo que acontece no CBH, sua dinâmica, o que significa, suas estratégias, seus atores, devem entender os instrumentos e fundamentos da Política de Recurso dos Hídricos. Nivelar essa situação. Sugeri uns textos sobre isso. O que , pra que , estamos aqui, aonde queremos chegar.? O plano de Bacias, etc.
4 – Paute a discussão para construção de uma visão sistêmica de quem exerce a atividade de educação ambiental O que isso, o que é dialógica, o significado do conflito, a administração do conflito na Bacia.
5 – Como o CBH tem condições de administrar o capital intelectual e político decorrente da mobilização?
· Palestra a grupo de técnico e mobilizadores sociais do CBH Paraopeba.
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João Climaco
Tecnologias Sociais e Ambientais para participação social em um corpo dagua impactado por grande empreendimento.
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