domingo, 12 de agosto de 2012

sobre a lisata de discussão do fonasc

PREZADOS
Sobre esse velho dilema de restringir a lista  para ser fechada ou não pode ser uma decisão que proponho ser colocada nos  próximos encontro do Fonasc  
CONCORDO COM A OPINIÃO DO GUSTAVO ..QUE ESSA LISTA É ABERTA E DEVE PERMANECER ABERTA...E RESSALTO AS MESMAS CONSIDERAÇÕES EM A COMPANHEIRA ZULEICA E ATE HOJE NUNCA VI NADA AQUI QUE MARCASSE UMA IDENTIDADE NOSSA A PONTO DE COLOCAR EM RISCO A "SEGURANÇA " institucional das entidades e ate do país.E digo que ..aceitem minha sugestão para n~não nos sobrecarregarem com essa decisão agora.Estamos agora querendo mostrar a todos se o FONASC DEVE E TEM CONDIÇÕES PARA através de seus membros e entidades continuar exercendo a rep. das org. civis no CNRH .O JOÃO CLÍMACO JÁ EXERCEU DOIS MANDATOS ...MAS O FONASC AINDA TEM MUITA GENTE BOA E SÉRIA PARA CONTINUAR ESSE TRABALHO E ATÉ´PE MELHORA-LO 
DEVO INFORMAR  VOCÊS QUE ESSA LISTA NÃO É UMA " instituição ' porta voz do fonasc enquanto rede ou organização E SIM UM  SERVIÇO QUE O FONAS PRESTA E DISPONIBILIZA AO pais , aos  MOVIMENTOS SOCIAIS E DEMAIS entidades congêneres  , 
OS POSICIONAMENTOS POLÍTICOS sobre diversos temas relacionadas a gestão dos rios DO FONASC SÃO DISPONIBILIZADOS NA PÁGINA www.fonasc-cbh.org.br . e individualmente por algum coordenador  do fonasc que aqui se manifesta. QUANDO TEMOS ALGUM ASSUNTO QUE CONSIDERAMOS RESTRITO E QUE NÃO SEJA APROPRIADO SER DIVULGADO EM FUNÇÃO DE NOSSAS ESTRATÉGIAS POLÍTICAS ..MUITA GENTE SABE QUE trocamos  EMAILS .
essa lista j´já existe a 10 anos e diariamente nunca deixou de sair uma noticia sobre o ferimento a legislação e desvios das pol.´ públicas relacionadas a água.Muitas informações aqui divulgadas são denuncias que muitas vezes processamos e divulgamos e encaminhamos politicamente com as entidades locais e isso a torna instrumento de integração e crescimento e articulação da coordenação do FONASC com esses e troca de experiências.
PELA SUA PERMANÊNCIA E POR SER ABERTA E NÃO CENSURADA INCLUSIVE EM RELAÇÃO A ENTIDADES E PESSOAS QUE ADOTAM OUTRAS ESTRATÉGIAS E CONDUTAS EM RELAÇÃO AS POLÍTICAS COM ÁGUA, ELA SE CONSOLIDOU COMO ESPAÇO DEMOCRÁTICO DE AFIRMAÇÃO DE LUTAS LOCAIS E DAR VISIBILIDADE A VERDADEIRA SITUAÇÃO DA INSUFICIÊNCIA DAS POLÍTICAS PÚBLICAS E SEUS PROTAGONISTAS.
Pessoalmente, entendo que só poderemos  avançarmos para conquista de direitos se cada vez mais radicalizarmos a transparência  e disseminação de informações.por ISSO ACHO QUE DEVEMOS EVITAR ESSE TIPO DE TRANSTORNO AGORA. Certa vez tomei conhecimento na Bahia que pesquisadores estrangeiros e brasileiros obtinha informações para seus projetos de pesquisas através da lista do fonas. As listras de temas específicos  que se propõem fechadas a meu ver terminam sempre como guetos que fortalecem visões corporativistas e restritas de grupos sobre o que é coletivo e param a  eficiência política  que se propuseram quando surgiram.Já vi isso e viram guetos.
A necessidade de ser fechadas com,comumente  se deve mais por questões operacionais pois vem muito span se ela n~não for pelo menos MODERADAS COM ESSA FINALIDADE. TIRAR OS SPAN E OS VENDEDORES DE SEXO E SEX S0HOPING que entendo desfocaria o objetivo das pessoas aqui presentes.
Não concordo com as conclusões do Ricardo e quanto a  vis~~ao de  seu utilitarismo da lista e acho que ele não acrescenta e nem tira nada do que esta dado e estabelecido pela conjuntura .Não acho que ele tem poder de alterar os rumos  dos ´problemas  que aqui são denunciados pois são estruturais e muitas vezes longe de sua realidade   Pessoalmente o admiro pela\ sua conduta sincera e ética mas ele seria um péssimo exemplo de cabo Anselmo do sistema elétrico ..se fosse por isso ele já teria perdido seu emprego.mas acho que ele não precisava estar na lista e  de vez em quando ser questionado ..pagar esse preço apenas para tirar suas conclusões que me parecem de juízo moral e metafísicas.São conclusões equivocadas decorrentes de quem está numa estrutura e sistema que o leva a ter uma visão unilateral etnocentrista de seu papel e idealista  da política . Pessoalmente não vejo como problema a não ser para ele mesmo ele e dar ao trabalho..mas acho um exercício interessante qualquer cidadão acompanhar os vários olhares sobre o mesmo problema.
Em 2005 FUI CONVIDADO A LECIONAR UMA DISCIPLINA EM UM SEMESTRE NA PUC MINAS PARA UM CURSO DE POS GRADUAÇÃO DE GEOGRAFIA Denominada... GESTÃO SOCIAL DA ÁGUA ...A PROPOSTA DA EMENTA DO CURSO QUE ELABOREI FOI EXATAMENTE FAZER DURANTE O PERÍODO , A ANÁLISE DOS DISCURSOS E MANIFESTAÇÕES DOS DIVERSOS GRUPOS E ATORES ENVOLVIDOS NA TOMADA DE DECISÕES SOBRE OS USOS DAS ÁGUAS em uma bacia. PEGUEI E SELECIONEI VÁRIOS EXEMPLOS CONCRETOS DE MOVIMENTOS E ENTIDADES  ENVOLVIDAS COM ESSAS DECISÕES NO PLANO MACRO E MICRO ...
CERTAMENTE SE EU FOSSE CONVIDADO POR QUALQUER OUTRA experiência  ACADÊMICA ANÁLOGA COLOCA\ZRIA AS OPINIÕES DO RICARDO NOS DEBATES E SEMINÁRIOS DO CURSO E CONCLUIREMOS QUE NENHUM DE NOS TEMOS CONDIÇÕES DE   FAZER JUÍZO MORAL CONCOMITANTE A UM SISTEMA DE VALORES E CIÊNCIA Independente . concluiremos QUE  os juízos morais se cercam de fundamentos de todos os lados..O Ricardo não foge a regra...E ACHO QUE ELE MAIS contribui à reflexão do que atrapalha ´pois nessa lista certamente não apareceu alguém com impulsos tão radicais assim.Ela é apenas mais um instrumento de crescimento e,amadurecimento da reflexão e leitura da realidade...livre das manipulações patrocinadas por interesses menores que aparecem nas outras listas. Talvez isso tenha permitido sua existência até hoje.
QUANDO ANDO NESSE´PAÍS ME SURPREENDO PELA QUANTIDADE DE PESSOAS QUE FICA NA MOITA SÓ VENDO OS DEBATES E nosso Desassossego.acho QUE ESSA LISTA É DO DESASSOSSEGO HÍDRICO..ando EXTREMANTE PREOCUPADO COM O ESTADO DE DEGRADAÇÃO MORAL DA GESTÃO PÚBLICA DE NOSSO PAÍS E AO MESMO TEMPO...TENDO QUE ME CONFORMAR QUE SOU APENAS PARTE DE UM CENÁRIO CONSTRUÍDO POR  UMA CONSCIÊNCIA HISTÓRICA DESASSOSSEGADA QUANDO VEJO UM PAÍS TÃO RICO SER EXPLORADA SEUS RECURSOS NATURAIS JUNTO COM TANTA BANDALHEIRA ÉTICA...acho que o Ricardo está longe disso. Se ele tivesse estudado filosofia ou direito quem sabe poderia estar ajudando mais essa esculhambação chamada gestão pública no Brasil.
De minha parte a lista estás ai e não vejo mudanças mela possível que n~não seja a partir das pessoas que a fazem pois o máximo que eu entendo que poderia fazer é radicalizar sua liberdade de expressão para que eu ou outros tornem publico essa bagunça moral e cresça a consciência social das pessoas.
Não acredito que alguém vai conseguir fazer uma lista fechada dentro da Internet para discutir uma política pública isso é uma balela...podemos fazer. Ando por esse país todo e sinto que pelo menos , a atual "democracia" possível de nosso país permite esse imenso desabafo...que ..quem sabe? faz bem para as pessoas individualmente ..Pois se as pessoas conseguissem ao menos fazer 10% de tudo que elas sonham e planejam para o coletivo...pelo MENOS DENTRO DO fONASC ..seríamos uma entidade com imenso poder. As pessoas falam pessoalmente ou  virtualmente ..mas é pouco o que realmente se faz...
Mas os espertalhões , o crime organizado dentro do legislativo, executivo e judiciário  não pensam e não agem assim...e eles não precisam se preocupam com nossas idéias e ter  precauções  em relação a essa lista para continuarem cinicamente na governança desse pais.
Bem ...PODE se pensar  ALGUMA COISA NOVA QUE OTIMIZE E INCENTIVE A QUALIDADE TÉCNICA  OU POLÍTICA DO DEBATE OU OUTRAS COISAS MAIS...mas CRIARMOS MECANISMOS de seleção ou outrem que resultem na saída de fulano ou sicrano.l é uma bobagem...por que não nos miremos nos movimentos da "primavera árabe" para conseguir mudar o sistema de tomada de decisão e o controle de grupos   horríveis de feios que deitam e rola com nossos impostos..
João Clímaco         

Fonasc – CBH debate gestão sustentável das águas o Seminário em SP

Durante o 1° Simpósio dos Comitês PCJ, João Clímaco, apresentou o tema “o papel da sociedade civil com relação aos Recursos Hídricos” limitações e possibilidades políticas
O coordenador nacional do (Fonasc – CBH), Fórum Nacional da Sociedade Civil nos Comitês de Bacias Hidrográfica, João Clímaco Soares de Mendonça, participou do 1° Simpósio dos Comitês PCJ, “Gestão das Águas: Construindo o futuro Sustentável”, que aconteceu de 30 de julho a 03 de agosto, em São Pedro (SP). João Clímaco, juntamente com Samuel Barreto (WWF) e Luiz Sertório Teixeira (Fundação Florestal do Estado do São Paulo), abordou o tema “Papel da Sociedade Civil na Gestão dos Recursos Hídricos”.
Segundo João Clímaco, no retrospecto que fez sobre a implantação da política nacional de recursos hídricos nesses últimos 10 anos, existem fatores estruturais e congênitos que tem impedido a consolidação de princípios fundamentais da política das águas, principalmente os fundamentos ligados à descentralização e participação social. Na sua abordagem o coordenador nacional do Fonasc – CBH afirmou existir a necessidade de construção de uma nova consciência da ação da gestão das águas como parte de uma consciência política mais ampla, diferentemente do que ocorreu até agora, que mostre como as relações de poder se consolidaram ao longo dos anos dentro da gestão de usos das águas. Nessa perspectiva apontou alguns “dogmas” engendrados pelos atuais atores hegemônicos da política de recursos hídricos, quando grupos corporativos e de interesses estão tendo a função de obstruir o sentido legal e político da participação e afirmação dos princípios da gestão das águas.
“Estão transformando todo o acumulado de direitos em um manual de operação para o uso econômico da água desconsiderando seu caráter ambiental social e integrador”, alertou. “E isso está se dando via Comitês e Conselhos”, complementou.
Na avaliação de Clímaco a participação do Fonasc – CBH no evento foi um marco importante, pois consolida um diálogo de maior nível sobre o gerenciamento dos usos das águas, pelo que representa o PCJ frente a outras realidades do país, onde os instrumentos de gestão estão sendo feitos ou implantados, fazendo-se grande esforço para seu falseamento e esvaziamento no que diz respeito a garantias da sociedade, resultando daí o próprio enfraquecimento dos CBHs.
“Uma premissa que se tentou consolidar ao longo desses 10 anos foi que os CBHs seriam um arranjo institucional privilegiado onde todas as contradições sociais seriam superadas através da gestão da água”, disse. “Isso escondeu o sentido político das dimensões de poder que se consolidam dentro desse arranjo institucional chamado CBhs e Conselhos.
Na verdade tentou-se colocar as representações dos cidadãos e organizações de direitos difusos, como meros figurantes de processos destrutivos dos rios e só agora parte dos movimentos sociais estão se dando conta e reagindo a essa perversa estratégia, coisa que o FONASC alerta a muito tempo”, ponderou Clímaco.
De acordo com ele, o CBH é um órgão de governança que participa da gestão, mas que tem sido esvaziado a partir desse falso discurso de ser menos importante ou que tem de ser subalterno ao órgão gestor. “Os CBHs são instâncias de gestão também e hierarquicamente importante no sistema. Podem discutir e questionar as ortorgas irregulares dos órgãos gestores. A indiferença em consolidar o artigo 3 – inciso 3 da lei 9433, que trata de questões ambientais integradas aos usos das águas, mostra o quanto aspectos da legislação não são cumpridos, necessitando que as representações da sociedade civil, digo ONGs dentro dos CBHs, assumam uma postura mais política de representação da sociedade dentro dos comitês e não somente se submetam a uma agenda alegórica, que por muitas vezes contraria os interesses sociais”, ressaltou.
Segundo ele, uma das propostas para enfrentamento dessa anomalia seria a mudança da forma como se concebe as paridades nos CBHs. “O poder público deveria mudar sua condição de gestor discricionário absoluto e de maioria, e ser coadjuvante de fato, na tomada de decisão junto aos outros segmentos da sociedade, através de uma paridade que impulsione a negociação e não o uso da sociedade civil para legitimar, muitas vezes ilegalidades ambientais, a partir dos CBHs”, sugere.
Para Clímaco, até o momento, todo o processo de participação, além das limitações acima citadas, tem gerado falsos “arranjos institucionais”, que só tem servido para aprofundar essas barreiras e reforçado o patrimonialismo e corporativismo como ideologia determinante de processos de retrocessos e mencionou como exemplo o Fórum de Comitês de Bacias, que não tem apontado propostas e incentivado condutas para o aperfeiçoamento e efetivação dos princípios do sistema de gestão das águas do país.
Construção de barragens Durante o Simpósio dos Comitês PCJ, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) autorizou um estudo para construção de duas barragens no interior, uma forma de não ter de reduzir o envio de água do Sistema Cantareira para a região metropolitana de São Paulo. Segundo os discursos dos presentes os reservatórios, no rio Camanducaia e no rio Jaguari, aumentarão a disponibilidade de água em 7.000 litros por segundo, o suficiente para ajudar no abastecimento de 20 cidades. A estimativa é que as obras sejam iniciadas em 2014 e concluídas em 2016. Devem ser investidos R$ 190 milhões em estudos, projetos, desapropriações e obras. A implantação ficará com o Daee (Departamento de Águas e Energia Elétrica).
Para João Clímaco a iniciativa necessita de mais discussão e decisões a partir dos CBHs, no sentido de que seja garantido condições de sustentabilidade da bacia compatível com os usos múltiplos almejados sem o prejuízo a sustentabilidade ambiental e social da mesma

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

CIENTISTas e as aguas




Cada vez que me deparo com essas discussões concluo que não existe uma ciencia digna desse nome ...para mim um dado estabelecido está na fala dos que são vitimados por esses
empreendimentos que por sí só...explica o "bom mocismo" e a vilaneza de tantos interesses economicos  envolvidos nessa questão.Os índios e principalmente os impactos ambientais que detona qualquer cadeia de sustentabvilidsade nesse empreendimento..Alguem poderia me dar mais subsídios foira os que foram disponibilizados nessa lista ? 

Na época da transposição do São francisco convocavamos técnicos em MInas que tentavam não justificavar a transposição com rígidos cáuculos e exponencias ..QAuando chegávamos no Baixo São francisco encontrávamos renomados cientistas que apresentáva seus "exatos" argumentos para mostrar a viabilidade ambiental e social do empreendimento.Hoje já existe pressão para rfeduzir o custo do valor estabelecido no CBH para viabilizas a rfazoabilidade economica do empreendimento. 

Depois de mais de seis anos envolvidos e convivendo com uma comunidiade heterogênia de pessoas e grupos que refletem e pensam a água dos rios e  sua "causa"...dei-me conta como temos um componente atávico e perverso que impede as pessoas pensarem o Brasil como nação , valores altos em relação ao país, a soberania e a honestidade .Pode parecer ingenuidade essas coisas mas é a evidência de como somos sub desenvolvidos enquanto pais , nação...coisas e comportamento que vejo aqui não florfesceriam noutro país. Cientistas que temos são pobres e  não conseguem chegar próximos a ujma explicação que não seja conmtaminada de uma visão corporativa e pequena . Esse  debate vai acabar sendo esquecido quando o nosso exercito de heróis entrarem no gramado da copa .  

Entendo que condutas dos protagonistas desse debate , muito embora reflitam esse subdesenvolvimento cultural e político, são oportunas e infelizmente raramente corajosas como esses protagonistas habituais que aqui pulularam ricas informações . Continuo insatisfeiro...  Parabens Ricardo   pela sua coragem e didática ..mas estamos todos inseridos em um território com tanta vilaneza que mal acredito que sua fala terá bons ouvidos e ao mesmo tempo  contra argumentos...consistentes...mas não tenho crença em debates que me parece cheios de "pinçamentos" de tantas "causas".Sim, sinto-me em consições de ser o juiz para mim mesmo dessas anomias toda. 

Se voce saisse dessa ilha da fantasia boa que é essa região de Foz do Iguacu ( que já foi uma fantrasia pior). E viesse para essa outra Ilha da fantrasia falsa e tenebrosa que é Brasilia e seus meandros...   Voce se envergonharia de ver que nosso pais  carece de gente que tenha coragem de ser cidadão políticos e DE  opiniões. Os não reticentes E  deixam os espaços para os espértos. Voce corretria logo pára sua tríplice fronteira.E saberia para qual "sistema" trabalha.

Pois o que está em jogo ...não é o que chamamos de interesse público..nem  uma honra que conheci em pessoas antigas do Nordeste , nem tampouco,  o sentimento d e pertencimento a uma na\ção.Somos um país tão rico , tão rico, que há recursos espaço para todo tipo de contradições e postergações da verdade e de roubo da razão. A maioria trabalha e outra desfruta mais do que merece.

Neste ano de 2012 vou deixar de ser "esfinge" em Brasilia e  vou escrever alguma coisa que misture "macunaima e recursos hídricos".Quem sabe poderei encontrar alguma explicação mais convicente e "sem causa mais hipócrita"  ..mas contiunuar "dormindo com minha consciência tranquila ..em meio a tanto sub desenvolvimento e vilaneza..    

  
joao climaco
rep das org civis no CNRH

           

joao climaco