domingo, 23 de junho de 2019

vale a pena participar desses cbhs e colegiados ?



Algumas pessoas me perguntam  e muito sempre sou questionado quanto nossa postura política nos colegiados muitas vezes nomeadas injustamente de muito crítico ou reclamar...ou até mesmo com certo radicalismo...e outras  besteiras...Mas muita gente     que aqui pulula subestimou , nossa estratégia de     que, para ela se efetivar é mostrar COMO a sociedade brasileira  está ausente e insensível a questões sérias como essa. A nossa indignação não é somente nas redes sociais  pois se você para agir tal..a meu ver seria estratégia falha e burra..ELA NÃO DA VOTO ..Mas nela estão muitos dos responsáveis por essa lerdeza e insuficiência que inviabiliza AS PROPOSTAS DA SOC CIVIL NESSES COLEGIADOS

Um sistema de gestão com uma proposta eficaz sempre  existiu como objetivo real perseguido e sonhado pelos vários segmentos e grupos sociais e econômicos ( Não falo DE interesses...pois na ultima vez que falei isso...soa estranho  rsss) Mas o que falta são "condições políticas" pARA se efetivar e nesse contexto não é e nem seria  racional , normal para nós que participamos do "SISTEMA" ou melhor das POLITICAS PUBLICAS DAS ÁGUAS PUBLICAS  adotAr uma estratégia passiva e   .indiferente....DE QUANTO PIOR MELHOR ..A POLITICA E FORMADA POR DESEJOS MEDOS E SOBRETUDO PESSOAS     E SUAS ALMAS .....E PARA NÃO SER INJUSTO..MUITO MAIS DE .PESSOAS DE BEM E DE  ALTRUÍSMO.

Muitas dessas pessoas que tenho conhecido ao longo desses 10 anos tem se afastado de participar para não perderem seu tempo e não sentirem-se "estruturalmente" enganados e figurantes de um script ..que não é o interesse   estratégico do país. Até muitos picaretas que a gente combatia nas disputas internas de nosso  segmento se quantitativos E QUALITATIVOS ão conta de que nesse  mato não sai coelho.Isso sim é uma conduta irresponsável..pois na medida que pessoas sérias se afastam ...AS HIENAS SE APODERAM DO RESTO. A COMPOSIÇÃO DESSES COLEGIADOS SÃO RIDÍCULA E GROTESCA HOJE EM DIA ..DIANTE DOS PROBLEMAS..FAZEM DOS COLEGIADO ESPAÇOS PARA EVITAR QUE A POLÍTICA SE EFETIVE.

Assim, essa capacidade de articulação tendo como objeto os instrumentos tal como os  planos  não está soando fácil a vista de nossos interlocutores.....mas sempre soará fácil paa aquels que tem um protagonismo específico nesse contexto que são o segmento econômico e a sociedade civil.Porisso que eles as fazem . Em ambos tenho a sensação que as mesmas pessoas que se esforçam e ocuparar esses espaços "cada um a seu modo" para denunciar a sociedade  que indiretamente paga toda essa festa , toda essa insuficiência estrutural  l do estado são  os QUE TERIAM O DEVER DE PRESERVAR a POLITICA  e concertar essa articulação ....

O problema é que geramos na nossa "democracia"maus políticos  incessíveis a causa....das águas" Gananciosos,  vaidosos trocam os pés pelas mãos . taticamente   delegam a um terceiro escalão pobre e desconcertado o papel sujo de se proteger e se protegerem do restante da sociedade ..essa é, aos seus olhos desse uma massa  ignara e não conhece o "sistema."...Em terra de cego que tem olho é rei .....ainda mais quando  temos um  discurso fortemente marcado pela ideologia tecnocrática e. corporativa..esse terceiro escalão faz o serviço pesado ,para não dizer outros , de desmonte da politica.

O Ministro da Integração  Nacional  está levando umas cacetadas na imprensa pela má gestão dos recursos de defesa civil e reestruturação da infra estrutura lesionadas pelas enchentes.Alega-se que aplicou 90 % do orçamento desse fim em seu estado . Acho interessante essa cobrança para que ele ou outros que lhe sucedam sejam mais eficientes e levem com mais seriedade a aplicação dos recursos públicos decorrente dos desastres hidrológicos perfeitamente evitáveis.A imprensa de Pernambuco se omite e tenta limpar a barra do Ministro assim como o faz sobre o livro a priva taria Tucana que denuncia o governo FHC.

PARA NÓS, ou melhor, para qualquer um  SOA ESTRANHO E FINANCEIRAMENTE  NÃO SAUDÁVEL GASTAR TEMPO SEM OS RESULTADOS MAIS QUALITATIVO E QUANTITATIVO ..Para o SETOR ECONÔMICO EU NÃO IMAGINO BEM O QUE SEJAÃO DAR OS RESULTADOS DENTRO DE UM PLANO NÃO  FACTÍVEL E  RACIONAL  E COMO É RESOLVIDA ESSA EQUAÇÃO  ..mas tirando por qualquer pessoa ou organização normal ,,ninguém  empresário ou não, investe seu tempo e dinheiro em coisa QUE Nao retorna  . Tenho claro hoje minha convicção  que deveria-se acabar com esses penduricalhos de imposto sindical e todos esses dinheiros compulsórios que se destinam para efeito contrários aos que se propõe. Cria um estado anômalo  cheio de oportunismos e desmonta  a representação política. apesar DE TER SIDO DURANTE UM TEMPO dirigente sindical EM     MG     .

Assim sendo , não  nos resta muito a fazer do que sermos incisivos nesses espaços e "propositivos.". ainda que isso seja entendido de outras formas....o certo é que é uma burrice se você for uma PESSOA COM UM MÍNIMO DE RESPONSABILIDADE E SERIEDADE ....FICAR NESSES ESPAÇOS OMITINDO-SE E SEM exercer   SUA RESPONSABILIDADE HISTÓRICA E CIDADÃ DE BOTAR A boca no trombone SOBRE  tanta anomias e AVACALHAÇÃO do que seria uma política publica para as águas....Será que pára alguns existe uma indagação de que esperei MUITO DESSA politica  até FORA DO NORMAL;? OS COLEGIADOS TORNARAM-SE ESPAÇOS DE RESISTÊNCIA E NÃO SOMENTE PARA TOMADA DE DECISÃO SOBRE OS USOS 'QUANTITATIVOS' DAS ÁGIUAS COMO QUEREM ALGUNS .

eU TAMBÉM JÁ ME FIZ ESSA PERGUNTA E CONCLUO QUE não.Não estou fazendo papel insano de aceitar papel de bobo ..se isso for  incentivar pessoas sérias a atuar nos CBHs, criticar visões e posturas oportunísticas , gastar tempo e recursos suados  de tantas pessoas e cidadãos sérios para que se sintam participes de uma política ´PÚBLICA..não de um sistema somente ..só quem não dá valor  para essas coisas e sua própria consciência  é que FAZ D Disso um grande mentira e  festival de alegorias olhando as águas sujas dos rios sentado num trono de um apartamento ou mesa uma  mesa  esperando a morte e a aposentadoria chegar  ..

Temos portanto , de  lutar muito além dessa repetição de propostas pára mudar essa realidade ..NUNCA EM TÃO pouco ( pra mim é longo) longo  ESPAÇO DE TEMPO TANTA GENTE SÉRIA E NÃO SÉRIA FOI MOBILIZADA E ENGANADA E INCLUSA NUMA CAMINHADA CIDADà PARA SE CONSTRUIR UMA POLITICA PÚBLICA do que na política   sobre um bem essencial como aconteceu com a política de ÁGUAS ...Só perdermos para duas campanhas memoráveis de mobilização social boa  e ruim respectivamente no país,  que foram: a campanha das diretas já  e o grande embuste histórico que aproveitou-se do sonho dos brasileiros na transição da ditadura  que foi a eleição  do ex presidente Collor. Essas tiveram seus efeitos históricos e a meu ver muito mais visíveis e rápidos  do que a POLITICA DE RECURSOS Hídricos. um GRANDE EMBUSTE HISTÓRICO

essa, ESTÁ DESNUDANDO PESSOAS, Maltratando a ideia de estado decente  , A BUROCRACIA , E INSUFLANDO A  DEMOCRACIA SUJA...MUITO MAIS lentamente E COM MAIS EFEITOS POIS REPRODUZ DILEMAS HISTÓRICOS DA CONSTRUÇÃO DA NAÇÃO BRASILEIRA AFETANDO O QUE SERIA UMA  democracia limpa e o estado de direito  . esse EMBUSTE QUE SE PROLONGA  e ENGANOU MAIS do que as  diretas já e a turma do Collor que já arrumaram um jeito de se arrumarem nela....Essa PNRH  é mais inteligente pois dostroi valores aos poucos, fundada na sua hegemonia ideológica tecnocrática e corporativa.

Essa proPOsta do Percy e demais do segmento a que pertencem é muito delicada e educada....parabens ...nós não ...temos que botar a boca no trombone pois nosso tempo ou segmento não é só dinheiro ..é o tempo da manutenção e reificação de valores e princípios .DA VIDA DIÁRIA e ele é pouco para ir vendo a agua ir pelos ralos .sonhos caros que não pode ser enganado por um grupo de espertalhões que patrimonial iza o estado e avacalha a democracia brasileira..através da água.

QUE OS COLEGAS DESSA LISTA QUE PROPÕE ESSA CONCERTAÇÃO SEJAM EFICAZES pois ela tem um cheiro de caminhos novos..mas façam do espaço  lista da ABRH um desabafo para publicitar suas agendas E A  façam junto com o povo pois se depender das corporações e seus nichos ..... .. continuaremos a dar Viva  ao capitalismo russo das águas brasileiras.?..

joao climaco
rep das org civis no cnrh
medmbro da coord do Fionasc
Fórum Nacional da |Soc civil nos CBh


*Os artigos ou posicionamentos  AQUI COLOCADOS SÃO TAMBÉM transcritos e divulgados em outras redes nacionais na internet e no blog..joAOCLIMACOE AS POLÍTICAS PÚBLICAS PARA AS ÁGUAS...e outras redes virtuais da soc civil e  o objetivo é possibilitar a sociedade brasileira entender politicamente  os vários olhares e  posicionamento sobre o mesmo tema... 

domingo, 12 de agosto de 2012

sobre a lisata de discussão do fonasc

PREZADOS
Sobre esse velho dilema de restringir a lista  para ser fechada ou não pode ser uma decisão que proponho ser colocada nos  próximos encontro do Fonasc  
CONCORDO COM A OPINIÃO DO GUSTAVO ..QUE ESSA LISTA É ABERTA E DEVE PERMANECER ABERTA...E RESSALTO AS MESMAS CONSIDERAÇÕES EM A COMPANHEIRA ZULEICA E ATE HOJE NUNCA VI NADA AQUI QUE MARCASSE UMA IDENTIDADE NOSSA A PONTO DE COLOCAR EM RISCO A "SEGURANÇA " institucional das entidades e ate do país.E digo que ..aceitem minha sugestão para n~não nos sobrecarregarem com essa decisão agora.Estamos agora querendo mostrar a todos se o FONASC DEVE E TEM CONDIÇÕES PARA através de seus membros e entidades continuar exercendo a rep. das org. civis no CNRH .O JOÃO CLÍMACO JÁ EXERCEU DOIS MANDATOS ...MAS O FONASC AINDA TEM MUITA GENTE BOA E SÉRIA PARA CONTINUAR ESSE TRABALHO E ATÉ´PE MELHORA-LO 
DEVO INFORMAR  VOCÊS QUE ESSA LISTA NÃO É UMA " instituição ' porta voz do fonasc enquanto rede ou organização E SIM UM  SERVIÇO QUE O FONAS PRESTA E DISPONIBILIZA AO pais , aos  MOVIMENTOS SOCIAIS E DEMAIS entidades congêneres  , 
OS POSICIONAMENTOS POLÍTICOS sobre diversos temas relacionadas a gestão dos rios DO FONASC SÃO DISPONIBILIZADOS NA PÁGINA www.fonasc-cbh.org.br . e individualmente por algum coordenador  do fonasc que aqui se manifesta. QUANDO TEMOS ALGUM ASSUNTO QUE CONSIDERAMOS RESTRITO E QUE NÃO SEJA APROPRIADO SER DIVULGADO EM FUNÇÃO DE NOSSAS ESTRATÉGIAS POLÍTICAS ..MUITA GENTE SABE QUE trocamos  EMAILS .
essa lista j´já existe a 10 anos e diariamente nunca deixou de sair uma noticia sobre o ferimento a legislação e desvios das pol.´ públicas relacionadas a água.Muitas informações aqui divulgadas são denuncias que muitas vezes processamos e divulgamos e encaminhamos politicamente com as entidades locais e isso a torna instrumento de integração e crescimento e articulação da coordenação do FONASC com esses e troca de experiências.
PELA SUA PERMANÊNCIA E POR SER ABERTA E NÃO CENSURADA INCLUSIVE EM RELAÇÃO A ENTIDADES E PESSOAS QUE ADOTAM OUTRAS ESTRATÉGIAS E CONDUTAS EM RELAÇÃO AS POLÍTICAS COM ÁGUA, ELA SE CONSOLIDOU COMO ESPAÇO DEMOCRÁTICO DE AFIRMAÇÃO DE LUTAS LOCAIS E DAR VISIBILIDADE A VERDADEIRA SITUAÇÃO DA INSUFICIÊNCIA DAS POLÍTICAS PÚBLICAS E SEUS PROTAGONISTAS.
Pessoalmente, entendo que só poderemos  avançarmos para conquista de direitos se cada vez mais radicalizarmos a transparência  e disseminação de informações.por ISSO ACHO QUE DEVEMOS EVITAR ESSE TIPO DE TRANSTORNO AGORA. Certa vez tomei conhecimento na Bahia que pesquisadores estrangeiros e brasileiros obtinha informações para seus projetos de pesquisas através da lista do fonas. As listras de temas específicos  que se propõem fechadas a meu ver terminam sempre como guetos que fortalecem visões corporativistas e restritas de grupos sobre o que é coletivo e param a  eficiência política  que se propuseram quando surgiram.Já vi isso e viram guetos.
A necessidade de ser fechadas com,comumente  se deve mais por questões operacionais pois vem muito span se ela n~não for pelo menos MODERADAS COM ESSA FINALIDADE. TIRAR OS SPAN E OS VENDEDORES DE SEXO E SEX S0HOPING que entendo desfocaria o objetivo das pessoas aqui presentes.
Não concordo com as conclusões do Ricardo e quanto a  vis~~ao de  seu utilitarismo da lista e acho que ele não acrescenta e nem tira nada do que esta dado e estabelecido pela conjuntura .Não acho que ele tem poder de alterar os rumos  dos ´problemas  que aqui são denunciados pois são estruturais e muitas vezes longe de sua realidade   Pessoalmente o admiro pela\ sua conduta sincera e ética mas ele seria um péssimo exemplo de cabo Anselmo do sistema elétrico ..se fosse por isso ele já teria perdido seu emprego.mas acho que ele não precisava estar na lista e  de vez em quando ser questionado ..pagar esse preço apenas para tirar suas conclusões que me parecem de juízo moral e metafísicas.São conclusões equivocadas decorrentes de quem está numa estrutura e sistema que o leva a ter uma visão unilateral etnocentrista de seu papel e idealista  da política . Pessoalmente não vejo como problema a não ser para ele mesmo ele e dar ao trabalho..mas acho um exercício interessante qualquer cidadão acompanhar os vários olhares sobre o mesmo problema.
Em 2005 FUI CONVIDADO A LECIONAR UMA DISCIPLINA EM UM SEMESTRE NA PUC MINAS PARA UM CURSO DE POS GRADUAÇÃO DE GEOGRAFIA Denominada... GESTÃO SOCIAL DA ÁGUA ...A PROPOSTA DA EMENTA DO CURSO QUE ELABOREI FOI EXATAMENTE FAZER DURANTE O PERÍODO , A ANÁLISE DOS DISCURSOS E MANIFESTAÇÕES DOS DIVERSOS GRUPOS E ATORES ENVOLVIDOS NA TOMADA DE DECISÕES SOBRE OS USOS DAS ÁGUAS em uma bacia. PEGUEI E SELECIONEI VÁRIOS EXEMPLOS CONCRETOS DE MOVIMENTOS E ENTIDADES  ENVOLVIDAS COM ESSAS DECISÕES NO PLANO MACRO E MICRO ...
CERTAMENTE SE EU FOSSE CONVIDADO POR QUALQUER OUTRA experiência  ACADÊMICA ANÁLOGA COLOCA\ZRIA AS OPINIÕES DO RICARDO NOS DEBATES E SEMINÁRIOS DO CURSO E CONCLUIREMOS QUE NENHUM DE NOS TEMOS CONDIÇÕES DE   FAZER JUÍZO MORAL CONCOMITANTE A UM SISTEMA DE VALORES E CIÊNCIA Independente . concluiremos QUE  os juízos morais se cercam de fundamentos de todos os lados..O Ricardo não foge a regra...E ACHO QUE ELE MAIS contribui à reflexão do que atrapalha ´pois nessa lista certamente não apareceu alguém com impulsos tão radicais assim.Ela é apenas mais um instrumento de crescimento e,amadurecimento da reflexão e leitura da realidade...livre das manipulações patrocinadas por interesses menores que aparecem nas outras listas. Talvez isso tenha permitido sua existência até hoje.
QUANDO ANDO NESSE´PAÍS ME SURPREENDO PELA QUANTIDADE DE PESSOAS QUE FICA NA MOITA SÓ VENDO OS DEBATES E nosso Desassossego.acho QUE ESSA LISTA É DO DESASSOSSEGO HÍDRICO..ando EXTREMANTE PREOCUPADO COM O ESTADO DE DEGRADAÇÃO MORAL DA GESTÃO PÚBLICA DE NOSSO PAÍS E AO MESMO TEMPO...TENDO QUE ME CONFORMAR QUE SOU APENAS PARTE DE UM CENÁRIO CONSTRUÍDO POR  UMA CONSCIÊNCIA HISTÓRICA DESASSOSSEGADA QUANDO VEJO UM PAÍS TÃO RICO SER EXPLORADA SEUS RECURSOS NATURAIS JUNTO COM TANTA BANDALHEIRA ÉTICA...acho que o Ricardo está longe disso. Se ele tivesse estudado filosofia ou direito quem sabe poderia estar ajudando mais essa esculhambação chamada gestão pública no Brasil.
De minha parte a lista estás ai e não vejo mudanças mela possível que n~não seja a partir das pessoas que a fazem pois o máximo que eu entendo que poderia fazer é radicalizar sua liberdade de expressão para que eu ou outros tornem publico essa bagunça moral e cresça a consciência social das pessoas.
Não acredito que alguém vai conseguir fazer uma lista fechada dentro da Internet para discutir uma política pública isso é uma balela...podemos fazer. Ando por esse país todo e sinto que pelo menos , a atual "democracia" possível de nosso país permite esse imenso desabafo...que ..quem sabe? faz bem para as pessoas individualmente ..Pois se as pessoas conseguissem ao menos fazer 10% de tudo que elas sonham e planejam para o coletivo...pelo MENOS DENTRO DO fONASC ..seríamos uma entidade com imenso poder. As pessoas falam pessoalmente ou  virtualmente ..mas é pouco o que realmente se faz...
Mas os espertalhões , o crime organizado dentro do legislativo, executivo e judiciário  não pensam e não agem assim...e eles não precisam se preocupam com nossas idéias e ter  precauções  em relação a essa lista para continuarem cinicamente na governança desse pais.
Bem ...PODE se pensar  ALGUMA COISA NOVA QUE OTIMIZE E INCENTIVE A QUALIDADE TÉCNICA  OU POLÍTICA DO DEBATE OU OUTRAS COISAS MAIS...mas CRIARMOS MECANISMOS de seleção ou outrem que resultem na saída de fulano ou sicrano.l é uma bobagem...por que não nos miremos nos movimentos da "primavera árabe" para conseguir mudar o sistema de tomada de decisão e o controle de grupos   horríveis de feios que deitam e rola com nossos impostos..
João Clímaco         

Fonasc – CBH debate gestão sustentável das águas o Seminário em SP

Durante o 1° Simpósio dos Comitês PCJ, João Clímaco, apresentou o tema “o papel da sociedade civil com relação aos Recursos Hídricos” limitações e possibilidades políticas
O coordenador nacional do (Fonasc – CBH), Fórum Nacional da Sociedade Civil nos Comitês de Bacias Hidrográfica, João Clímaco Soares de Mendonça, participou do 1° Simpósio dos Comitês PCJ, “Gestão das Águas: Construindo o futuro Sustentável”, que aconteceu de 30 de julho a 03 de agosto, em São Pedro (SP). João Clímaco, juntamente com Samuel Barreto (WWF) e Luiz Sertório Teixeira (Fundação Florestal do Estado do São Paulo), abordou o tema “Papel da Sociedade Civil na Gestão dos Recursos Hídricos”.
Segundo João Clímaco, no retrospecto que fez sobre a implantação da política nacional de recursos hídricos nesses últimos 10 anos, existem fatores estruturais e congênitos que tem impedido a consolidação de princípios fundamentais da política das águas, principalmente os fundamentos ligados à descentralização e participação social. Na sua abordagem o coordenador nacional do Fonasc – CBH afirmou existir a necessidade de construção de uma nova consciência da ação da gestão das águas como parte de uma consciência política mais ampla, diferentemente do que ocorreu até agora, que mostre como as relações de poder se consolidaram ao longo dos anos dentro da gestão de usos das águas. Nessa perspectiva apontou alguns “dogmas” engendrados pelos atuais atores hegemônicos da política de recursos hídricos, quando grupos corporativos e de interesses estão tendo a função de obstruir o sentido legal e político da participação e afirmação dos princípios da gestão das águas.
“Estão transformando todo o acumulado de direitos em um manual de operação para o uso econômico da água desconsiderando seu caráter ambiental social e integrador”, alertou. “E isso está se dando via Comitês e Conselhos”, complementou.
Na avaliação de Clímaco a participação do Fonasc – CBH no evento foi um marco importante, pois consolida um diálogo de maior nível sobre o gerenciamento dos usos das águas, pelo que representa o PCJ frente a outras realidades do país, onde os instrumentos de gestão estão sendo feitos ou implantados, fazendo-se grande esforço para seu falseamento e esvaziamento no que diz respeito a garantias da sociedade, resultando daí o próprio enfraquecimento dos CBHs.
“Uma premissa que se tentou consolidar ao longo desses 10 anos foi que os CBHs seriam um arranjo institucional privilegiado onde todas as contradições sociais seriam superadas através da gestão da água”, disse. “Isso escondeu o sentido político das dimensões de poder que se consolidam dentro desse arranjo institucional chamado CBhs e Conselhos.
Na verdade tentou-se colocar as representações dos cidadãos e organizações de direitos difusos, como meros figurantes de processos destrutivos dos rios e só agora parte dos movimentos sociais estão se dando conta e reagindo a essa perversa estratégia, coisa que o FONASC alerta a muito tempo”, ponderou Clímaco.
De acordo com ele, o CBH é um órgão de governança que participa da gestão, mas que tem sido esvaziado a partir desse falso discurso de ser menos importante ou que tem de ser subalterno ao órgão gestor. “Os CBHs são instâncias de gestão também e hierarquicamente importante no sistema. Podem discutir e questionar as ortorgas irregulares dos órgãos gestores. A indiferença em consolidar o artigo 3 – inciso 3 da lei 9433, que trata de questões ambientais integradas aos usos das águas, mostra o quanto aspectos da legislação não são cumpridos, necessitando que as representações da sociedade civil, digo ONGs dentro dos CBHs, assumam uma postura mais política de representação da sociedade dentro dos comitês e não somente se submetam a uma agenda alegórica, que por muitas vezes contraria os interesses sociais”, ressaltou.
Segundo ele, uma das propostas para enfrentamento dessa anomalia seria a mudança da forma como se concebe as paridades nos CBHs. “O poder público deveria mudar sua condição de gestor discricionário absoluto e de maioria, e ser coadjuvante de fato, na tomada de decisão junto aos outros segmentos da sociedade, através de uma paridade que impulsione a negociação e não o uso da sociedade civil para legitimar, muitas vezes ilegalidades ambientais, a partir dos CBHs”, sugere.
Para Clímaco, até o momento, todo o processo de participação, além das limitações acima citadas, tem gerado falsos “arranjos institucionais”, que só tem servido para aprofundar essas barreiras e reforçado o patrimonialismo e corporativismo como ideologia determinante de processos de retrocessos e mencionou como exemplo o Fórum de Comitês de Bacias, que não tem apontado propostas e incentivado condutas para o aperfeiçoamento e efetivação dos princípios do sistema de gestão das águas do país.
Construção de barragens Durante o Simpósio dos Comitês PCJ, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) autorizou um estudo para construção de duas barragens no interior, uma forma de não ter de reduzir o envio de água do Sistema Cantareira para a região metropolitana de São Paulo. Segundo os discursos dos presentes os reservatórios, no rio Camanducaia e no rio Jaguari, aumentarão a disponibilidade de água em 7.000 litros por segundo, o suficiente para ajudar no abastecimento de 20 cidades. A estimativa é que as obras sejam iniciadas em 2014 e concluídas em 2016. Devem ser investidos R$ 190 milhões em estudos, projetos, desapropriações e obras. A implantação ficará com o Daee (Departamento de Águas e Energia Elétrica).
Para João Clímaco a iniciativa necessita de mais discussão e decisões a partir dos CBHs, no sentido de que seja garantido condições de sustentabilidade da bacia compatível com os usos múltiplos almejados sem o prejuízo a sustentabilidade ambiental e social da mesma

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

CIENTISTas e as aguas




Cada vez que me deparo com essas discussões concluo que não existe uma ciencia digna desse nome ...para mim um dado estabelecido está na fala dos que são vitimados por esses
empreendimentos que por sí só...explica o "bom mocismo" e a vilaneza de tantos interesses economicos  envolvidos nessa questão.Os índios e principalmente os impactos ambientais que detona qualquer cadeia de sustentabvilidsade nesse empreendimento..Alguem poderia me dar mais subsídios foira os que foram disponibilizados nessa lista ? 

Na época da transposição do São francisco convocavamos técnicos em MInas que tentavam não justificavar a transposição com rígidos cáuculos e exponencias ..QAuando chegávamos no Baixo São francisco encontrávamos renomados cientistas que apresentáva seus "exatos" argumentos para mostrar a viabilidade ambiental e social do empreendimento.Hoje já existe pressão para rfeduzir o custo do valor estabelecido no CBH para viabilizas a rfazoabilidade economica do empreendimento. 

Depois de mais de seis anos envolvidos e convivendo com uma comunidiade heterogênia de pessoas e grupos que refletem e pensam a água dos rios e  sua "causa"...dei-me conta como temos um componente atávico e perverso que impede as pessoas pensarem o Brasil como nação , valores altos em relação ao país, a soberania e a honestidade .Pode parecer ingenuidade essas coisas mas é a evidência de como somos sub desenvolvidos enquanto pais , nação...coisas e comportamento que vejo aqui não florfesceriam noutro país. Cientistas que temos são pobres e  não conseguem chegar próximos a ujma explicação que não seja conmtaminada de uma visão corporativa e pequena . Esse  debate vai acabar sendo esquecido quando o nosso exercito de heróis entrarem no gramado da copa .  

Entendo que condutas dos protagonistas desse debate , muito embora reflitam esse subdesenvolvimento cultural e político, são oportunas e infelizmente raramente corajosas como esses protagonistas habituais que aqui pulularam ricas informações . Continuo insatisfeiro...  Parabens Ricardo   pela sua coragem e didática ..mas estamos todos inseridos em um território com tanta vilaneza que mal acredito que sua fala terá bons ouvidos e ao mesmo tempo  contra argumentos...consistentes...mas não tenho crença em debates que me parece cheios de "pinçamentos" de tantas "causas".Sim, sinto-me em consições de ser o juiz para mim mesmo dessas anomias toda. 

Se voce saisse dessa ilha da fantasia boa que é essa região de Foz do Iguacu ( que já foi uma fantrasia pior). E viesse para essa outra Ilha da fantrasia falsa e tenebrosa que é Brasilia e seus meandros...   Voce se envergonharia de ver que nosso pais  carece de gente que tenha coragem de ser cidadão políticos e DE  opiniões. Os não reticentes E  deixam os espaços para os espértos. Voce corretria logo pára sua tríplice fronteira.E saberia para qual "sistema" trabalha.

Pois o que está em jogo ...não é o que chamamos de interesse público..nem  uma honra que conheci em pessoas antigas do Nordeste , nem tampouco,  o sentimento d e pertencimento a uma na\ção.Somos um país tão rico , tão rico, que há recursos espaço para todo tipo de contradições e postergações da verdade e de roubo da razão. A maioria trabalha e outra desfruta mais do que merece.

Neste ano de 2012 vou deixar de ser "esfinge" em Brasilia e  vou escrever alguma coisa que misture "macunaima e recursos hídricos".Quem sabe poderei encontrar alguma explicação mais convicente e "sem causa mais hipócrita"  ..mas contiunuar "dormindo com minha consciência tranquila ..em meio a tanto sub desenvolvimento e vilaneza..    

  
joao climaco
rep das org civis no CNRH

           

domingo, 11 de dezembro de 2011

prevenindo contra as cheias

A POSIÇÃO DA REPRESENTAÇÃO DA SOC CIVIL NO CNRH E SUAS DEMANDAS PARA SOLUÇÕES CONTRA DESATRES HIDROLÓGICOS CRÍTICOS



A POSIÇÃO DA REPRESENTAÇÃO DA SOC CIVIL NO CNRH E SUAS DEMANDAS PARA SOLUÇÕES CONTRA DESATRES HIDROLÓGICOS CRÍTICOS.


A representação das org. civis no CNRH participa a todos nossa convicção da necessidade de iniciativas para que o MMA seja proativo na tomada de providencias necessárias para evitar os "desastres ambientais" que tem ceifado vidas de centenas de brasileiros anualmente em grande parte das regiões hidrográficas brasileiras.
Tal providência a nosso ver tem amplo lastro e embasamento legal através dos FUNDAMENTOS, DIRETRIZES E PRINCIPIOS inseridos nos normativos e legislação infraconstitucionais já existentes emanados pelos colegiados de gestão e poderes legislativo tanto local, regional como o nacional: CONAMA E CNRH.
No que diz respeito à legislação dos recursos hídricos destacamos que tal ação proativa encontra amparo nas resoluções do CNRH bem como nos artigos um inciso v, Artigo 2 Inciso III, e o Artigo III nos seus incisos II, III, IV E V da Lei 9433/97 que institui a POLITICA NACIONAL DE RECURSOS HIDRICOS.
Assim, entendemos a necessidade de articulação dos diversos atores representantes do governo federal e se dignem a determinar que a Secretaria do CNRH –Conselho Nacional de Recursos Hídricos adote os encaminhamentos para que sejam emanadas diretrizes objetivas para o cumprimento da lei atendendo essas populações.
Tal reivindicação se baseia também pelo fato de nosso entendimento de que todos os mais recentes secretários do CNRH
Esses têm empreendido
não tem sido capazes de instrumentalizar a Politica Nacional de Recursos Hídricos "para cuidar de prevenir, de planejar a solução integrada desses problemas de forma mais ampla e multidisciplinar, enfocando os seus múltiplos aspectos" conforme preconiza os princípios da Lei 9433. condutas tímidas e omissas quando instados por nossa representação para secretariar o CNRH no sentido de que o mesmo seja identificado com as demandas da sociedade- com os efeitos positivos da operação correta dos instrumentos da POLITICA NACIONAL DE RECURSOS HIDRICOS.
Destacamos sobretudo a especial atenção à aplicação do instrumento da outorga para uso dos recursos hídricos em empreendimentos com potencial impactante ao meio ambiente e aos corpos dágua tais como barragens e outros equipamentos dessa natureza. Sobretudo quando instalados em Bacia em número suficientes que possam gerar efeitos sinérgicos positivos ou negativos no todo da Bacia.
Nossa rep propõe que a Secretaria do Conselho adote providencias para que o mesmo emane normativos com diretrizes para que seja revistos, sobretudo nas bacias que ora se verifica esses desastres (RJ), (SC) (SP) AL e PE todos os regulamentos de outorgas, SISTEMAS DE INFORMAÇÕES E PLANOS DE BACIAS de rios federais em execução , bem como os seus correspondentes afluentes estaduais. Além de diretrizes para que os estados sejam proativos para que esses instrumentos sejam tecnicamente mais precisos, indutores e adequados a:
1- Segurança dos empreendimentos;
2- Maior Integração com o licenciamento Ambiental e Lei de Barragens;
3- Estabelecimento de sansões e fiscalização;
4-
"A prevenção e a defesa contra eventos hidrológicos críticos de origem natural ou decorrentes do uso inadequado dos recursos naturais".
5-
6- Medidas restritivas sobe convênios de repasses entre entes do sistema que não contemple os pressupostos aqui colocados.
7- A compatibilização da legislação de recursos hídricos e a lei de segurança das barragens.
8- A compatibilização da legislação do CÓDIGO FLORESTAL e da POLITICA NACIONAL DE RECURSOS HIDRICOS.
Integração institucional e operacional.
Propomos também que o instrumento do enquadramento seja revisto contemplando também a problemática da segurança das comunidades lindeiras aos corpos d’água superando-se a resistência, a ausência de estatura política e a conduta refratária dos agentes públicos do MMA na condução do CNRH mais recentemente, para que os mesmos tome atitudes concretas. A ausência das mesmas tem estimulado em nível dos estados uma reação em cadeia cujos resultados tem sido a desqualificação da própria função e missão da POLITICA NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS e de suas instâncias colegiadas de gestão. Isso interessa a quem?
Para efeito exemplificar tal situação, citamos demandas já manifestadas por nossa representação apontando exemplo concreto no âmbito do CNRH Governo Federal e nos estados:

1 - A resistência para o enfrentamento do problema dos efeitos cumulativos e sinérgicos dos numerosos empreendimentos denominados PCHs em Bacias Federais e suas correspondentes estaduais.( Vide Sta Catarina)
2 – A atuação insuficiente e protelatória do segmento governo no CNRH frente às demandas de nosso segmento no que diz respeito às outorgas na Região Hidrográfica do Rio Paraguai – Região do Pantanal.
3 - A atuação insuficiente do segmento governo seja o FEDERAL e Estadual no sentido de finalizar a discussão e aprovação de nossa proposta de sinalização de áreas contaminadas e sujeitas a acidentes hidrológicos que está a mais de três anos em discussão nas Cts do CNRH.
4 – A conduta politicamente questionável dos agentes públicos em esvaziar e desqualificar iniciativas que levem o CNRH a cumprir sua missão institucional e legal através da omissão dos mais recentes secretários.
4 – A necessidade de posicionamento do CNRH para encaminhamentos e soluções sobre a problemática da gestão na bacia do Rio Itajaí, esvaziada na CTPLANO e CTIL que tentava PROPOR SULUÇÕES para situação denunciada pela dirigente daquele CBH emblematizada claramente no enunciado abaixo:
¨ O sistema de controle e operação das barragens de contenção de cheias e o sistema de alerta e previsão de cheias do Vale do Itajaí
não funcionam de forma articulada, apesar dos esforços feitos ao longo de 25 anos para juntar os pedaços; (2) As decisões do Comitê do Itajaí sobre princípios e medidas de prevenção de enchentes não são compreendidas ou então são ignoradas pelo governo estadual (onde estaria a instituição poderosa); (3) O governo estadual persegue obras apontadas por um plano diretor elaborado pela JICA, que fere os princípios acordados pelo "plano integrado de prevenção e mitigação de desastres naturais na bacia do Itajaí", elaborado em 2009 (na esteira dos desastres de 2008, da mesma natureza do desastre no RJ), por um grande contingente de instituições públicas e privadas convocadas pelo governo estadual, inclusive aprovado pelo Conselho Estadual de Recursos Hídricos; (4) Ou seja, o Plano Integrado de Prevenção e Mitigação".
É preciso que o interesse público supere projetos pessoais e corporativos menores que insistem em desconsiderar as possibilidades dos instrumentos e instâncias colegiadas de modo que essas possam contribuir para resolução de problemas que afetam diretamente as populações. No Brasil existem leis e normativos mas destaca-se a ausência de densidade política para serem obedecidas. Não podemos ser insensíveis ao cumprimento de nossa missão.
Assim, é preciso que a Sra Ministra como presidente de um colegiado de estado, de um sistema de grande capilaridade em um país
A sociedade brasileira almeja e aguarda iniciativas por parte da presidência do CNRH se dignando a instar o mesmo, sobretudo a SRHAU a operarem condutas e encaminhamentos que visem atender à luz dos instrumentos da Política Nacional de Recursos Hídricos, a questão dos desastres ambientais e temas acima elencados, ora vividos pelas populações ribeirinhas e adjacentes aos corpos d’água no país.
complexo como nosso não se apequene sendo indiferente ou omissa legitimando essa estrutura e essa conjuntura que hoje está mais preocupada em garantir os interesses pessoais de ALGUNS , visões estratégicas dos segmentos tecnocrático, corporativo do saneamento e geração de energia do que o interesse público. É preciso emanar diretrizes para que os CBHs sejam realmente atenuadores e fiscalizadores de procedimentos que possam permitir desastres hidrológicos críticos.
Estamos à disposição para mais informações,
JOAO CLIMACO SOARES DE MENDONCA FILHO
REP DAS ORG CIVIS NO CNRH.
COORD. do FÓRUM NACIONAL DA SOC CIVIL NOS CBHs.

FONASC 10 ANOS - Mensagens de Coordenadores do FONASC aos parceiros associados e colaboradores pelo direto das aguas e da cidadania.



O FONASC neste ano de 2011 completou 10 anos de esforços de arrigementação de cidadãos para a atuação política qualificada pelas águas públicas brasileiras. A ação coordenada e politizada dos representantes do Fonasc nos Comites de Bacias e conselhos no país tem provocado a reflexão sobre os limites das políticas estaduais e nacional de recursos hídricos levando-nos a uma resistência permanente nesses colegiados de representação política dos cidadãos brasileiros que, muito embora estejam em um país com disponibilidade hídrica , ela não se mostra homogênia em termos de qualidade e quantidade.

A emergencia do FONASC nesses colégiados nesses 10 anos tem evidenciado algo de novo , que não deveria ser tão novo , pois tem mostrado os limites e fragilidade das representações dos movimentos sociais e cidadãos nesses colegiados de gestão dos recursos hídricos para esses exercerem seus papéis sem questionamentos e indagações.

As modernas e inovadoras possibilidades de comunicação com as novas redes sociais tem revelado a atuação política dos representantes , colocando-nos sob os olhares de cidadãos e organizações precupados com a atuação desses representantes , mostrando e exigindo a necessidade de uma nova conduta política de compromisso e evidenciando a condição de “representação política” da sociedade em gveral.

O FONASC tem empenhado imenso esforço de resistencia à tendencia do esfacelamento dos principios de controle social e participação social nas polítcas para as águas num cenário marcado pelo esvaziamento desses colegiados e a transformação dos mesmos em espeço de destruição da “POLITICA” e dos rios brasileiros pelos setores que tradicionalmente controlaram o poder político do país.

Nesse contexto, acreditamios ser evidente a necessidade de um novo “olhar ” sobrte esses espaços de discussão e formulação de políticas por parte da sociedade brasileira que são os CBHs e Conselhos que hoje revelam a contradição de ser o local privilegiado para legitimação de injsutiças ambientais à luz dos paradgmas do mercado e ao mesmo tempo fazendo apólogia a uma forma de participação social cheias de incestuosidades na relação Estado – grandes interesses econômicos e falsas representações nessas instãncias .

O FONASC na representação das organizações da soc civil no CNRH e CBHs no país tem tentado cumprir sua missão de capacitar, articular e mobilizar a sociedade brasileira entendendo que é principalmente COM ENGANJAMENTO POLÍTICO, É QUE REALMENTE SE PODE PROTEGER AS ÁGUAS BRASILEIRAS e a cidadania a ela vinculada.

Esperamos que em 2012 continuaremos firmes e juntos contando sempre com seu apoio e enganjamento .

João Clímaco Filho

Membro da Coordenação do Fonasc

domingo, 27 de novembro de 2011

A POSIÇÃO DA REPRESENTAÇÃO DA SOC CIVIL NO CNRH E SUAS DEMANDAS PARA SOLUÇÕES CONTRA DESATRES HIDROLÓGICOS CRÍTICOS.



A POSIÇÃO DA REPRESENTAÇÃO DA SOC CIVIL NO CNRH E SUAS DEMANDAS PARA SOLUÇÕES CONTRA DESATRES HIDROLÓGICOS CRÍTICOS.

A representação das org. civis no CNRH participa a todos nossa convicção da necessidade de iniciativas para que o MMA seja proativo na tomada de providencias necessárias para evitar os “desastres ambientais” que tem ceifado vidas de centenas de brasileiros anualmente em grande parte das regiões hidrográficas brasileiras.

Tal providência a nosso ver tem amplo lastro e embasamento legal através dos FUNDAMENTOS, DIRETRIZES E PRINCIPIOS inseridos nos normativos e legislação infraconstitucionais já existentes emanados pelos colegiados de gestão e poderes legislativo tanto local, regional como o nacional: CONAMA E CNRH.

No que diz respeito à legislação dos recursos hídricos destacamos que tal ação proativa encontra amparo nas resoluções do CNRH bem como nos artigos um inciso v, Artigo 2 Inciso III, e o Artigo III nos seus incisos II, III, IV E V da Lei 9433/97 que institui a POLITICA NACIONAL DE RECURSOS HIDRICOS.

Assim, entendemos a necessidade de articulação dos diversos atores representantes do governo federal e se dignem a determinar que a Secretaria do CNRH –Conselho Nacional de Recursos Hídricos adote os encaminhamentos para que sejam emanadas diretrizes objetivas para o cumprimento da lei atendendo essas populações.

Tal reivindicação se baseia também pelo fato de nosso entendimento de que todos os mais recentes secretários do CNRH não tem sido capazes de instrumentalizar a Politica Nacional de Recursos Hídricos "para cuidar de prevenir, de planejar a solução integrada desses problemas de forma mais ampla e multidisciplinar, enfocando os seus múltiplos aspectos" conforme preconiza os princípios da Lei 9433.

Esses têm empreendido condutas tímidas e omissas quando instados por nossa representação para secretariar o CNRH no sentido de que o mesmo seja identificado com as demandas da sociedade- com os efeitos positivos da operação correta dos instrumentos da POLITICA NACIONAL DE RECURSOS HIDRICOS.

FONASC Centro-Oeste – Scln Bloco ‘D’ sala 211, 1 - Plano Piloto - Brasília-DF CEP 70.000.000 Fone/Fax: (61) 32027448 / Email:

fonasccbh@yahoo.com.,b - Site: www.fonasc-cbh.org.br - CNPJ 05.784.143/0001-55.

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Destacamos sobretudo a especial atenção à aplicação do instrumento da outorga para uso dos recursos hídricos em empreendimentos com potencial impactante ao meio ambiente e aos corpos dágua tais como barragens e outros equipamentos dessa natureza. Sobretudo quando instalados em Bacia em número suficientes que possam gerar efeitos sinérgicos positivos ou negativos no todo da Bacia.

Nossa rep propõe que a Secretaria do Conselho adote providencias para que o mesmo emane normativos com diretrizes para que seja revistos, sobretudo nas bacias que ora se verifica esses desastres (RJ), (SC) (SP) AL e PE todos os regulamentos de outorgas, SISTEMAS DE INFORMAÇÕES E PLANOS DE BACIAS de rios federais em execução , bem como os seus correspondentes afluentes estaduais. Além de diretrizes para que os estados sejam proativos para que esses instrumentos sejam tecnicamente mais precisos, indutores e adequados a:

1- Segurança dos empreendimentos;

2- Maior Integração com o licenciamento Ambiental e Lei de Barragens;

3- Estabelecimento de sansões e fiscalização;

4- “A prevenção e a defesa contra eventos hidrológicos críticos de origem natural ou decorrentes do uso inadequado dos recursos naturais”.

5- Integração institucional e operacional.

6- Medidas restritivas sobe convênios de repasses entre entes do sistema que não contemple os pressupostos aqui colocados.

7- A compatibilização da legislação de recursos hídricos e a lei de segurança das barragens.

8- A compatibilização da legislação do CÓDIGO FLORESTAL e da POLITICA NACIONAL DE RECURSOS HIDRICOS.

Propomos também que o instrumento do enquadramento seja revisto contemplando também a problemática da segurança das comunidades lindeiras aos corpos d’água superando-se a resistência, a ausência de estatura política e a conduta refratária dos agentes públicos do MMA na condução do CNRH mais recentemente, para que os mesmos tome atitudes concretas. A ausência das mesmas tem estimulado em nível dos estados uma reação em cadeia cujos resultados tem sido a desqualificação da própria função e missão da POLITICA NACIONAL DE RECURSOS HÍDRICOS e de suas instâncias colegiadas de gestão. Isso interessa a quem?

Para efeito exemplificar tal situação, citamos demandas já manifestadas por nossa representação apontando exemplo concreto no âmbito do CNRH Governo Federal e nos estados:

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1 - A resistência para o enfrentamento do problema dos efeitos cumulativos e sinérgicos dos numerosos empreendimentos denominados PCHs em Bacias Federais e suas correspondentes estaduais.( Vide Sta Catarina)

2 – A atuação insuficiente e protelatória do segmento governo no CNRH frente às demandas de nosso segmento no que diz respeito às outorgas na Região Hidrográfica do Rio Paraguai – Região do Pantanal.

3 - A atuação insuficiente do segmento governo seja o FEDERAL e Estadual no sentido de finalizar a discussão e aprovação de nossa proposta de sinalização de áreas contaminadas e sujeitas a acidentes hidrológicos que está a mais de três anos em discussão nas Cts do CNRH.

4 – A conduta politicamente questionável dos agentes públicos em esvaziar e desqualificar iniciativas que levem o CNRH a cumprir sua missão institucional e legal através da omissão dos mais recentes secretários.

4 – A necessidade de posicionamento do CNRH para encaminhamentos e soluções sobre a problemática da gestão na bacia do Rio Itajaí, esvaziada na CTPLANO e CTIL que tentava PROPOR SULUÇÕES para situação denunciada pela dirigente daquele CBH emblematizada claramente no enunciado abaixo:

¨ O sistema de controle e operação das barragens de contenção de cheias e o sistema de alerta e previsão de cheias do Vale do Itajaí não funcionam de forma articulada, apesar dos esforços feitos ao longo de 25 anos para juntar os pedaços; (2) As decisões do Comitê do Itajaí sobre princípios e medidas de prevenção de enchentes não são compreendidas ou então são ignoradas pelo governo estadual (onde estaria a instituição poderosa); (3) O governo estadual persegue obras apontadas por um plano diretor elaborado pela JICA, que fere os princípios acordados pelo "plano integrado de prevenção e mitigação de desastres naturais na bacia do Itajaí", elaborado em 2009 (na esteira dos desastres de 2008, da mesma natureza do desastre no RJ), por um grande contingente de instituições públicas e privadas convocadas pelo governo estadual, inclusive aprovado pelo Conselho Estadual de Recursos Hídricos; (4) Ou seja, o Plano Integrado de Prevenção e Mitigação”.

É preciso que o interesse público supere projetos pessoais e corporativos menores que insistem em desconsiderar as possibilidades dos instrumentos e instâncias colegiadas de modo que essas possam contribuir para resolução de problemas que afetam diretamente as populações. No Brasil existem leis e normativos mas destaca-se a ausência de densidade política para serem obedecidas. Não podemos ser insensíveis ao cumprimento de nossa missão.

Assim, é preciso que a Sra Ministra como presidente de um colegiado de estado, de um sistema de grande capilaridade em um país

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complexo como nosso não se apequene sendo indiferente ou omissa legitimando essa estrutura e essa conjuntura que hoje está mais preocupada em garantir os interesses pessoais de ALGUNS , visões estratégicas dos segmentos tecnocrático, corporativo do saneamento e geração de energia do que o interesse público. É preciso emanar diretrizes para que os CBHs sejam realmente atenuadores e fiscalizadores de procedimentos que possam permitir desastres hidrológicos críticos.

A sociedade brasileira almeja e aguarda iniciativas por parte da presidência do CNRH se dignando a instar o mesmo, sobretudo a SRHAU a operarem condutas e encaminhamentos que visem atender à luz dos instrumentos da Política Nacional de Recursos Hídricos, a questão dos desastres ambientais e temas acima elencados, ora vividos pelas populações ribeirinhas e adjacentes aos corpos d’água no país.

Estamos à disposição para mais informações,

JOAO CLIMACO SOARES DE MENDONCA FILHO

REP DAS ORG CIVIS NO CNRH.

COORD. do FÓRUM NACIONAL DA SOC CIVIL NOS CBHs.
FONASC Centro-Oeste – Scln Bloco ‘D’ sala 211, 1 - Plano Piloto - Brasília-DF CEP 70.000.000 Fone/Fax: (61) 32027448 / Email:fonasccbh@yahoo.com.,b - Site: www.fonasc-cbh.org.br - CNPJ 05.784.143/0001-55.









sexta-feira, 25 de novembro de 2011

CARTA DE SÃO LUIZ

CARTA DE SÃO LUIS




Manifesto sobre o estado da arte das políticas brasileiras de recursos hídricos e sobre o XIII Encob nos 10 anos do Fonasc-CBH

Senhoras e Senhores,



A não integração das políticas de Recursos Hídricos com outras a elas relacionadas, particularmente a de Meio Ambiente, tem sido um dogma a reforçar o desprezo e a negar a compreensão holística e interdisciplinar da realidade existente, em completa contraposição aos princípios e diretrizes que fundamentaram a lei nacional das águas, Lei 9433/1997. Na era da informação e da evidente mudança climática global, o mínimo que se poderia esperar é que as políticas das águas consolidassem instrumentos descentralizados, democráticos e que de fato reflitam as aspirações sociais e o momento atual.



O Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas (FNCBH) foi criado para promover esse sonho e o FONASC – Fórum Nacional da Sociedade Civil nos Comitês de Bacias Hidrográficas também . O que podemos razoavelmente imaginar é que a sociedade espera deles esse compromisso: que a grande família atuando nos CBHs defenda acima de tudo essa missão e dever maior, em sintonia com as vontades e esperanças coletivas, tornando-se referência de transparência, eficiência e persistência na defesa da respectiva razão de ser e aqui estar.



Em outras palavras, diferentemente do FNCBH, não somos um arranjo de presidentes de comitês, mas uma concertação de cidadãos, representantes nos comitês como instâncias de participação social e democrática nas políticas de Estado. Entendemos que os caminhos a trilhar para uma gestão condizente com esses princípios devem negar a artificialização da política, que rejeita a política escrita com "P" de Polis, de Participação, de Protagonismo Social, de Paridade e Equilíbrio, e não de Propriedade, Privatização ou Peculato.Democracia participativa não



Não mais se pode conceber que o Brasil moderno e desenvolvido se julgue superior aos comuns e à gestão equilibrada das águas. Não é desenvolvimento o extermínio do Cerrado, da Caatinga, dos Pampas, da Amazônia, da Mata Atlântica, do Pantanal, de nossos mangues, restingas e praias. Quando se fala em desenvolvimento sustentável, pressupõe-se que há um outro desenvolvimento. É hora de acabarmos com esta falácia. é vento, mas ventania; não é cascata, mas cataratas, corredeiras – são os povos ribeirinhos e tradicionais, que não podem ser encarados como mercadoria no redemoinho da descriteriosa instalação e operação de pequenas e grandes hidrelétricas, de papeleiras, da não-política nacional de mineração, da monocultura do eucalipto, da soja ou da braquiária, da apropriação do litoral e desrespeito às suas comunidades, por resorts, projetos de carcinicultura, complexos portuários e industriais, por cidades e capitais insustentáveis que tratam o oceano e nossos rios como cloacas a céu aberto.

Desenvolvimento não mais existe sem preceitos éticos de respeito à natureza, ao homem, à vida e aos conhecimentos dela, muitos dos quais sequer vislumbrados em nossa era. Muitos absurdos que legitimamos em nome do desenvolvimento são na realidade os traços mais característicos do atraso e da miséria civilizatória.



Façamos então algumas reflexões:

A missão do FONASC nesse contexto tem sido combater e denunciar o sistema de privilégios e de abuso de autoridade que desvirtua o processo democrático desde os CBHs ao conselhos nacionais. Os CBHs, principalmente através de seus presidentes do setor público ou seus prepostos, têm tido o papel habitual de abaixar a cabeça para situações que alguns de seus dirigentes e participantes consideram letra morta. A implantação real da política nacional de Recursos Hídricos está longe de atender aos objetivos estratégicos de construção de uma política democrática e contra-patrimonialista - completo desvirtuamento dos princípios pelos quais foi instituída.

A "revitalização" dos corpos dágua é tratada como para atender a objetivos inconfessáveis de mercado – configurando uma visão de economia excludente, que articula a gestão da água como apêndice de projetos econômicos que socializam o dano ambiental às custas da coletividade e da qualidade de vida. Perguntamos a todos que fazem parte do FNCBH se se sentem tranquilos na representação dos comitês e daquilo por que os comitês foram criados? E quais os temas estratégicos que esta reunião em São Luis, que este evento estabeleceu em relação ao futuro próximo dos corpos dágua, que são importantes para todos e cada um de nós, no trabalho e no lazer, na alimentação da alma e do corpo, e na realimentação da própria vida?!

Como se manifestam em relação ao projeto de hidreletrização dos rios amazônicos, do pantanal matogrossense, das cachoeiras e corredeiras de Goiás, Minas Gerais e Paraná, para alimentar o processo da megaexportação de

Este Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas tem sido subsidiário da irresponsabilidade governamental e dos pretensos representantes da indústria e da agricultura, incapazes de mostrar e demonstrar uma responsabilidade efetiva com nossos aqüíferos – Guarani, Alter do Chão e nas regiões ferríferas na Serra do Espinhaço ou no Pará?! Continuará outorgar-se à mineração de ouro com o uso indiscriminado do cianeto, a descarga industrial ou a implantação de minerodutos transpondo águas limpas essenciais à vida de nossos rios e ao abastecimento público?!

O Brasil e a política nacional de recursos hídricos vivem atualmente alguns atrasos e retrocessos: o divórcio da gestão das bacias hidrográficas com a de meio ambiente, cuja recíproca é verdadeira; a utilização de boa parte dos órgãos colegiados para a legitimação

Como sabemos, boa parte dos colegiados de recursos hídricos e ambientais estão hoje maculados pela concentração de poder em organizações (ONGs falsas, governamentais e corporativas) cooptadas por cartéis econômicos que mais produzem degradação e sobrevivem da expropriação e exportação da natureza. Que tais cartéis - com o "de acordo" das organizações que lhes são tributárias - exercem o monopólio na representação de usuários e dos setores ditos "econômicos". Que a improbidade e incompetência de segmentos governamentais que não defendem a missão de suas respectivas áreas, corrompe sua missão ao se submeterem a ordens e arranjos palacianos que promovem a privatização do bem comum e desvalorizam os próprios CBHs cotidianamente - pelo desleixo com relação a procedimentos administrativos que assegurem transparência, segurança jurídica e zelo na publicidade das motivações e decisões tomadas.

A falta de compromisso com um projeto de desenvolvimento social e ambientalmente sustentável – por parte das elites econômicas, políticas, tecnocráticas e pelo ciclo vicioso do corporativismo – obscurece a verdadeira função dos CBHs e, sobretudo, estimula arranjos institucionais, como o FNCBH, que, salvo melhor juízo, não tem apresentado soluções para um novo pacto federativo e social em torno da gestão e da promoção da água como bem público; uma vez omisso no posicionamento quanto à subversão e deturpação da verdadeira dimensão dos rios e da importância deles para a natureza, para a vida das pessoas e a cidadania.

Neste contexto entendemos que tanto este Fórum quanto boa parte de nossos comitês não têm sido espaço de concertação em defesa das prioridades da sociedade, expressas na nossa carta magna, a Constituição, e nas leis maiores de águas, do meio ambiente e da ordenação territorial, destacadamente, a lei 9433, o Código Florestal e o Estatuto das Cidades que deveriam ser integradas na construção das políticas que construímos.


Rejeitamos a idéia de que os CBHs são instâncias para decidir exclusivamente sobre o uso quantitativo das águas.Inaceitável outrossim que membros de comitês de bacias admitam e batam continência aos corriqueiros commodities, a reprimarização da economia brasileira, e a insanidade urbana que se instalou e incha nossas metrópoles? Qual modelo de desenvolvimento justifica a destruição de um santuário planetário como a Amazônia? Como podemos aceitar o atual processo de desenvolvimento, que mantém o projeto nacional como subsidiário e não protagonista da rápida evolução tecnológica das fontes de energia solar e dos meios de transporte ferroviário de passageiros, sempre adiados no Brasil, em benefício da poluição, do consumo de fontes fósseis de energia, da indústria automobilística e de interesses corporativos de categorias do capital sem pátria? do inverso dos princípios, diretrizes e fundamentos da lei 9433; a sabotagem aos instrumentos de gestão como um todo, sobretudo pelo menosprezo ao instituto do enquadramento e aos planos de bacias, que assegurem o uso e a qualificação da água para usos prioritários e múltiplos; a incompetência e ineficácia, quando da aplicação dos recursos recolhidos pela cobrança de usos da água nas agências de bacia e entidades equiparadas; a deturpação e corrupção do princípio da participação social na gestão democrática das políticas públicas de águas e meio ambiente, princípio este que nos é tão caro, e que não pode ser vilipendiado pela falácia da composição tripartite e plural dos comitês. ad referendum em assuntos que ameacem as gerações futuras e o equilíbrio ecológico das bacias hidrográficas. Que aceitem o entendimento, por parte da tecnocracia instalada, de que aos comitês não cabe discutir, aprofundar e criar meios eficazes para a proteção e promoção da qualidade da água, e de uma política de outorgas que não se entregue a projetos econômicos concentrados e justificados com uma visão equivocada e falsa de desenvolvimento. Continuaremos a tratar as políticas públicas e de Estado, sobredeterminados pelos interesses exógenos e que desprestigiam e minam a autoridade dos nossos colegiados?

A vinda do FNCBH a São Luis foi uma sábia decisão da plenária do XII Encontro em Fortaleza. Foi também entendida como tomada de decisão política e uma mensagem do Brasil em favor da gestão integrada dos recursos hídricos no Estado do Maranhão, entendida portanto como política pública em confronto direto com o sistema de privilégios e de domínio oligárquico tradicionais neste Estado. Tal fato traduziu a sabedoria de uma maioria de cidadãos lúcidos, progressistas e comprometidos, presentes naquela plenária, com o conceito de política pública das águas. A vinda do XIII ENCOB para o Maranhão resultou, então, dos esforços de cidadãos, movimentos sociais e do próprio governo do Estado, à época da iniciativa.

Infelizmente, porém, neste processo de construção, emergiu a tentativa de, pelas águas, reproduzir no Maranhão processos que são objeto da nossa crítica em outros estados brasileiros, que dão asas às práticas do compadrio, nepotismo e desrespeito a princípios modernos de gestão pública.

A direção do FNCBH fugiu ao dever de buscar o aperfeiçoamento do processo na medida em que omitiu-se frente à prática centralizadora e autoritária do governo estadual ao regulamentar a política estadual de recursos hídricos por meio de decretos sem a prévia apreciação do Conselho Estadual de Recursos Hídricos, que o mesmo governo estadual marginaliza e enfraquece para que não se torne efetivo, de modo a manter o Maranhão na pobreza social e na miséria dos instrumentos de participação social nas políticas públicas. Nega-se assim ao Estado o protagonismo na implementação de uma política estratégica. O Fórum Nacional de Comitês de Bacias Hidrográficas infelizmentemantém uma pseudo-neutralidade sobre a política geral, ao calar-se diante da inefetividade da ação do governo do Maranhão no cumprimento da lei das águas e das respectivas premissas de gestão democrática, participativa edescentralizada. Isto é negar a própria missão.

Nesse contexto os representantes da sociedade civil e demais parceiros, reunidos no Encontro Fonasc-CBH/10 anos , nos dias 25 a 27 de outubro em São Luis do Maranhão:

Repudiamos e registramos com pesar a atitude governamental neste Estado e por seus prepostos, com autoridade sobre as políticas para as águas, em esvaziar as instâncias de tomadas de decisão coletivas, notadamente o recém-refundado Conselho Estadual dos Recursos Hídricos, conforme decretos anteriores e os anunciados durante o ENCOB, que atropelam tal instância, pelo estabelecimento unilateral pelos titulares do Poder Executivo, de parâmetros para a gestão das águas que deveriam e devem ser institucionalizados pelo debate aberto e a pactuação no âmbito do órgão colegiado instituído

A direção recém-saída do FNCBH se posicionou nesse Estado, contrariando expectativas das organizações civis e demais segmentos, de maneira omissa frente a tal conjuntura e ao esforço histórico da sociedade civil e do Ministério Público para refundar e revitalizar a implantação de uma verdadeira política de recursos hídricos no Maranhão. O atual gestor do Meio Ambiente do Estado se serviu para prestar um desserviço ao povo maranhense, pelo descaramento de até a presente data, não ter propiciado as condições politicas, legais e operacionais para a efetividade do CERH e a regulamentação por este, da instalação de CBHs nas bacias hidrográficas do Estado. Desta forma, faltou-lhe a altivez de uma conduta magistrada, positiva e aglutinadora que não permita a instalação da cizânia e a desinformação perante a sociedade maranhense, dos colegiados, dos movimentos sociais e

Diante desse cenário e essa conjuntura nacional e regional, os membros das organizações civis do segmento ONGs no CNRH , efetivos e suplentes , bem como as demais representações das organizações civis nos comitês federais , CBHs Paraíba do Sul, São Francisco (SF1),Doce, (Santo Antonio) Paranaíba (PN e PN1,Araguari), Ipojuca-PE, CERHs-MA e MG, cidadãos ativistas nos demais estados da federação, militantes e ativistas socioambientais pelas águas e membros das organizações civis afiliadas e parceiras atuantes em CBHs, reunidos na plenária do Fórum Nacional da Sociedade Civil nos Comitês de Bacias Hidrográficas (Fonasc-CBH) , em 25 a 27 de Outubro de 2011 em São Luis, manifestam aos participantes da Plenária do FNCBH, aos cidadãos de todo o país, à comunidade hídrica e aos novos gestores do FNCBH, eleitos na Plenária de 28 de outubro de 2011 os seguintes pontos e expectativas:

1 – Imediata reformulação da forma como se estrutura gerencialmente este Fórum propiciando sua efetiva capilaridade e representação política em todo o país;

2 - Que exerça com soberania a gestão do Fórum, coerente com a gestão tripartite compartilhada nos CBHs e demais colegiados, observando o interesse público pelas políticas públicas de Recursos Hídricos - portanto, sem submissão a representantes de interesses corporativistas, político-governamentais, econômicos e partidários;

3 - Que seja transparente e criterioso na captação e na prestação de contas de recursos recebidos para suas atividades;

4 – Que a nova direção eleita considere os pontos aqui elencados sob pena de aprofundar-se cada vez mais a desassociação do Fórum com as expectativas da sociedade brasileira e a observância dos princípios da legalidade , impessoalidade, moralidade , publicidade e eficiência exigidos na Política Nacional de Recursos Hídricos e dispostos na Constituição da República Brasileira e demais normas garantidoras da transparência e de controle social sobrea gestão pública;

5 – Que o FNCBH não se ausente da discussão e dos temas e questões estratégicos relacionados à gestão da água, com a observância de seus princípios, fundamentos e diretrizes.

6 – Que o FONASC –CBH, continue na sua missão legal de capacitar, articular, organizar, defender e representar os cidadãos e o segmento das organizações civis para que todos sejam de fato INSTITUINTES de uma verdadeira política democrática e integrada para as águas e a cidadania brasileira.

FONASC

FORUM NACIONAL DA SOCIEDADE CIVIL NOS COMITÊS DE BACIAS HIDROGRÁFICAS

Representação das Org Civis no CNRH , CERs e CBHs no país.

Cnpj05.784.143-0001-55

domingo, 16 de outubro de 2011

SOBRE A SITUAÇÃO DA POLITICA DAS ÁGUAS E A IMPOSSIBNILIDADE DE DISCUSSÃO PUBLIC A DA MESMA NA LISTA DA ABRH AO DISCUSSÃo


A avaliação do atual descenço do CNRH e da POLITICA NACIONAL DE RECURSOS HÌDRICOS  ausente na lista de discussão da ABRH soma-se e de muitos que assim avaliam que estamos passando por um processo de desvirtuamento dos principios do que foi
uma pretrensa política pública  com viés modernizante do estado e democratizando as relações estado sociedade.
O que estamos denunciando e falando a todo tempo é esse processo de desmonte de uma política pública e a desilusão daqueles que pensavam que o "sistema"  expressava a mesma , mas na verdade , foi um meio de afirmação de interesses corporativos e patrimonialistazs históricos que se articularam e deram uma freada no processo de tomada de decisão compartilhada que as premissas mostravam. É uma reação conservadora perpetrada por uma tecnocracia que tenta dar uma idéia de modernidade a política para as águas , mais na verdade tem revelado uma estrutura pesada de reacionarismo que sempre esteve ebncastelada no estado .
E o mais interessante  é que isso tem sido possível graças a uma pseudo elite petista anteriormente ligada ao saneamento que morria de raiva da política de recursos hpidricos ...Dificilmente nessa lista da ABRH  poderá haver espaço para esse debate atualmente dada as caracteristicas das ligações institucionais de muitos que ali pululam. Esse processo de descensso e retrocesso, tenho falado a tempos incluisive citando  fatos comprovadores dessa afirmativa no meu blog :joao climaco e as politicas para as águas e meio ambiente..... .
É lamentável vivenciar isso e ver que o  PT NO GOVERNO  SÓ ACREDITA EM CONSTRUÇ~ÇAO DEMOCRÁTICA QUANDO FEITA PELOS SEUS PRÓPRIOS e não pela realidade que se impõe, forcando-o a alinhar-se numa lógica de ceder a setores tradicionais  para ficar no poder sem limites.Por uma questão de ética comigo e com muitos companheiros e até para honrrar minha formação ..não tenho outro caminho do que denunciar isso e tentar mostrar como funciona  essa engrenagem .. Veja o Blog  ...Daria essa conjuntura uma boa tese de doutorando ou  mestrado em ciencia política.
Uma pena....tomou tempo de tanta gente ...Depois da eleição do Presidente Collor na decada de 90, venceu   essa idéia e mopbilização d e tantas pessoas acreditando no sistema de gestão compartilhada das suas águas a partir de uma estratégia inteligente mas não imune a rigorosa análise.  Foi o maior " embuste social " que a tecnocracia e as elites burotcráticas tardicionais a serviço da mercaNTILIKZAÇÃO DAÁGUA impuseram ..até os políticos mais inteligentes caíram nessa armadilha que   inventaram  para mobilizar tanta gente em tão pouco tempo. 
Não acredito que isso será debatido  na lista da ABRH  e até acho que pelo "dinamismo" que está lista está a mostrar,  alguns colegas  que aqui participam deve ter entrado em outras congregações de iguais, bebendo água mineral Perrier..e rindo , rindo rindo...de tudo isso. Daqui a pouco ela vem a servir de obituário d tantos que participaram dessa festa sem ideologia, sem filosofia, baixa tecnologia e muito peso para se carregar.  


joao climaco

sábado, 15 de outubro de 2011

SOBRE A SITUAÇÃO DA POLITICA DAS ÁGUAS E A IMPOSSIBNILIDADE DE DISCUSSÃO PUBLIC A DA MESMA NA LISTA DA ABRH AO DISCUSSÃo



A avaliação do atual descenço do CNRH e da POLITICA NACIONAL DE RECURSOS HÌDRICOS  ausente na lista de discussão da ABRH soma-se e de muitos que assim avaliam que estamos passando por um processo de desvirtuamento dos principios do que foi
uma pretrensa política pública  com viés modernizante do estado e democratizando as relações estado sociedade.
 
O que estamos denunciando e falando a todo tempo é esse processo de desmonte de uma política pública e a desilusão daqueles que pensavam que o "sistema"  expressava a mesma , mas na verdade , foi um meio de afirmação de interesses corporativos e patrimonialistazs históricos que se articularam e deram uma freada no processo de tomada de decisão compartilhada que as premissas mostravam. É uma reação conservadora perpetrada por uma tecnocracia que tenta dar uma idéia de modernidade a política para as águas , mais na verdade tem revelado uma estrutura pesada de reacionarismo que sempre esteve ebncastelada no estado .
 
E o mais interessante  é que isso tem sido possível graças a uma pseudo elite petista anteriormente ligada ao saneamento que morria de raiva da política de recursos hpidricos ...Dificilmente nessa lista da ABRH  poderá haver espaço para esse debate atualmente dada as caracteristicas das ligações institucionais de muitos que ali pululam. Esse processo de descensso e retrocesso, tenho falado a tempos incluisive citando  fatos comprovadores dessa afirmativa no meu blog :joao climaco e as politicas para as águas e meio ambiente..... .
 
É lamentável vivenciar isso e ver que o  PT NO GOVERNO  SÓ ACREDITA EM CONSTRUÇ~ÇAO DEMOCRÁTICA QUANDO FEITA PELOS SEUS PRÓPRIOS e não pela realidade que se impõe, forcando-o a alinhar-se numa lógica de ceder a setores tradicionais  para ficar no poder sem limites.Por uma questão de ética comigo e com muitos companheiros e até para honrrar minha formação ..não tenho outro caminho do que denunciar isso e tentar mostrar como funciona  essa engrenagem .. Veja o Blog  ...Daria essa conjuntura uma boa tese de doutorando ou  mestrado em ciencia política.
 
Uma pena....tomou tempo de tanta gente ...Depois da eleição do Presidente Collor na decada de 90, venceu   essa idéia e mopbilização d e tantas pessoas acreditando no sistema de gestão compartilhada das suas águas a partir de uma estratégia inteligente mas não imune a rigorosa análise.  Foi o maior " embuste social " que a tecnocracia e as elites burotcráticas tardicionais a serviço da mercaNTILIKZAÇÃO DAÁGUA impuseram ..até os políticos mais inteligentes caíram nessa armadilha que   inventaram  para mobilizar tanta gente em tão pouco tempo. 
 
Não acredito que isso será debatido  nessa lista e até acho que pelo "dinamismo" que está lista está a mostrar,  alguns colegas  que aqui participam deve ter entrado em outras congregações de iguais, bebendo água mineral Perrier..e rindo , rindo rindo...de tudo isso. Daqui a pouco ela vem a servir de obituário d tantos que participaram dessa festa sem ideologia, sem filosofia, baixa tecnologia e muito peso para se carregar.  
 

fonasc 10 anos


Evento Comemorativo dos 10 Anos do FONASC-CBH: O Nosso Papel é Defender Nossas Águas
 
 
            O Fórum Nacional da Sociedade Civil nos Comitês de Bacias Hidrográficas (FONASC-CBH) está comemorando 10 anos de luta em defesa das águas. Para tal, realizará um encontro comemorativo nos dias 25 a 27 deste mês, no Basa Clube e no Sítio do Físico, em São Luís.
O momento é de celebração, mas também de reafirmação do compromisso e da missão social da entidade formada por voluntários, colaboradores e apoiadores que se aglutinam em todo o país, unidos pelo desejo comum de preservar rios e bacias hidrográficas brasileiras.
            Nos últimos 10 anos, o papel do FONASC-CBH tem sido mostrar para a sociedade que água, política e cidadania andam juntas e que a falta de cuidados com rios e bacias levará populações inteiras à escassez de água, como já ocorre em diversas partes do mundo. Nessa perspectiva, a entidade vem realizando trabalhos de capacitação, articulação e mobilização da sociedade civil para que estes atores sociais atuem nos comitês de bacias hidrográficas de forma politicamente incisiva e cidadã.
            No Maranhão, o FONASC-CBH vem fazendo um trabalho expressivo já há oito anos, enfrentando desafios e dificuldades, mas entendendo a necessidade do estado de formar competências para melhorar e ampliar a atuação da sociedade civil na gestão das águas. A instituição entende a urgência de preservação da riqueza hídrica do estado, maltratada por anos de gestões sem compromisso ambiental. Por isso, deu-se a escolha do Maranhão como sede do encontro que marcará os 10 anos de atividades do FONASC-CBH em todo o país.
            A realização do encontro no Maranhão será também um momento oportuno de troca de experiências entre organizações e cidadãos maranhenses e os demais representantes de entidades, setores e segmentos ambientais de outros estados, no sentido de efetivar a Política Estadual de Recursos Hídricos, consolidando o protagonismo da sociedade civil maranhense na implementação dessa política.
            A proposta do Evento Comemorativo dos 10 Anos do FONASC-CBH é, portanto, fazer da ocasião festiva também um momento para discutir o papel dos Comitês de Bacias Hidrográficas na atual conjuntura das políticas públicas, além de uma maior participação da sociedade civil na Política Nacional de Recursos Hídricos, que determina pela Lei 9433/97 a gestão compartilhada, democrática e integrada das águas, o que implica dizer que estado e sociedade civil devem gerir e se responsabilizar igualmente pelo cuidado com os recursos hídricos nacionais.
            As inscrições para o evento estão abertas e podem ser feitas gratuitamente pelo site www.fonasc-cbh.org.br ou pelo email 10anos@fonasc-cbh.org.br.
 
 
PROGRAMAÇÃO
 
            Abrindo o encontro, haverá palestra magna com a procuradora regional da República da 3ª Região – SP, Sandra Akemi Shimada Kishi, que falará sobre a contribuição do Ministério Público para a luta da sociedade civil nas questões de gestão hídrica; em seguida, haverá apresentação cultural, quando os participantes de outros estados poderão conhecer o bumba-meu-boi, identidade cultural maranhense.
            A programação segue com painéis que debaterão as políticas de recursos hídricos e o papel dos comitês de bacias hidrográficas. O primeiro painel terá como tema “Desafios para a implementação da Política Estadual de Recursos Hídricos do Maranhão” e contará com a presença de Lúcio Macedo, doutor em Engenharia Ambiental e professor da UFMA e Uema; Edmilson Pinheiro, membro da ong Fórum Carajás; e Thereza Christina Pereira, vice-coordenadora nacional do FONASC-CBH.
            Já o segundo painel, cujo tema é “O fortalecimento da ação política da sociedade civil nos CBHs e Conselhos Estaduais de Recursos Hídricos para o encaminhamento de propostas e soluções das demandas sociais com as águas” será encabeçado por Flávia Lilian, da representação da sociedade civil no Comitê de Bacia Hidrográfica Santo Antônio (MG); Gustavo Gazzinelli, membro do Conselho Estadual de Recursos Hídricos de Minas Gerais; e João Clímaco Filho, coordenador nacional do FONASC-CBH.
            Paralelamente aos debates, haverá programação infantil para as crianças pertencentes às comunidades onde o FONASC-CBH atua. Trata-se da peça “O Príncipe da Floresta é o Sapo”, que traz uma reflexão sobre a necessidade de se preservar os recursos naturais. O mote do espetáculo pode ser resumido na frase “Use seus cinco sentidos, pelo mesmo cinco segundos, em prol da natureza”, presente na narrativa. No elenco, estão 18 crianças de oito a 14 anos, membros do Grupo de Teatro Pintando o Sete, da escola Nossa Senhora da Conceição, da Cidade Olímpica.
            Contemplando a proposta do evento de levar o debate ambiental para próximo da natureza, a programação do último dia do encontro acontecerá no Sítio do Físico, nas margens do Rio Bacanga. Lá, haverá mais debates sobre a questão da gestão dos recursos hídricos, além de apresentação de jogral, com o grupo de jovens da Paróquia Padre João Calábrio, da Cidade Operária, onde o FONASC-CBH também realiza ações.
           
 
SERVIÇO
O Quê: Evento Comemorativo dos 10 anos do FONASC-CBH
Quando: 25 a 27 de outubro
Onde: BASA Clube (Calhau) e Sítio do Físico
 
 
 
Mais informações:
 
Natália Raposo - (98) 8123-3470 / 8801-5746
Assessoria de imprensa
 


Atenciosamente,

-- 
Natália Raposo
Jornalista
(98) 8801-5746 / (98) 8123-3470

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